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Delação de Delcídio corre risco de anulação

Da coluna Entrelinhas da Notícia

Por Marco Eusébio
Artigo de responsabilidade do autor

Agência Brasil/Arquivo

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Delação de Delcídio homologada no ano passado, implica Temer, Lula, Dilma, Renan Calheiros e Aécio Neves

A chegada de Raquel Dodge ao comando da Procuradoria-Geral da República em setembro, indicada por Michel Temer para substituir Rodrigo Janot, ameaça complicar a situação do ex-senador Delcídio (MS): "Um dado é certo. Com o novo comando na PGR, a delação de Delcídio Amaral corre sério risco de anulação. A delação de Delcídio, homologada no ano passado, implica Michel Temer, Lula, Dilma, Renan Calheiros e Aécio Neves", diz o repórter Maurício Lima no blog Radar da Veja.

 

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Delação de Delcídio homologada no ano passado, implica Temer, Lula, Dilma, Renan Calheiros e Aécio Neves

Foto e imagem Reprodução

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Delcídio e a delação que diz: se MPF ou Justiça quebrar o acordo, colaborador mantém benefícios das provas produzidas


Sobre possível risco de anulação da delação de Delcídio do Amaral com a troca de comando na PRG divulgada pelo blog Radar da Veja, fonte jurídica deste Blog explica: caso isso ocorra, não prejudicará o ex-senador. O acordo só pode ser anulado em dois casos: quebra de contrato por parte do colaborador ou da Procuradoria. Na hipótese ventilada, se houver quebra de acordo seria por parte PGR, por conta de, supostamente, o ex-procurador Marcelo Miller – que deixou a PGR e passou a advogar sem cumprir quarentena – ter "orientado" colaboradores a fazer as gravações: Bernardo Cerveró, Sérgio Machado e os executivos da JBS. O próprio Rodrigo Janot disse ontem, em entrevista ao Roberto D'ávila, que, se um procurador orientar um colaborador a fazer uma gravação, a colaboração se torna nula. No caso de Delcídio, se for anulada por quebra de acordo do outro lado, o ex-senador manterá a integridade dos benefícios da delação sem o ônus das imputações.

 

 

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