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Governo não vai recuar da nomeação de Cristiane Brasil, descarta Marun

Por Marco Eusébio

Da coluna Entrelinhas da Notícia
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Marun diz que o fato de Cristiane Brasil ter respondido a ação trabalhista não a desqualifica para o cargo de ministra

Embora tenha pegado mal a repercussão do fato de que Michel Temer vai nomear uma condenada pela Justiça do Trabalho para o cargo de ministra do Trabalho e, de quebra, fazer o suplente dela, condenado por estupro de vulnerável, virar deputado (leia a nota abaixo), Carlos Marun descartou hoje que o governo possa recuar da nomeação de Cristiane Brasil. "Não vamos recuar, não tem alteração. O governo está contente com o fato de ela ter aceitado o desafio, e acho que seria completo absurdo ela ficar inabilitada por responder por um processo trabalhista", disse o ministro-chefe da Secretaria de Governo ao blog da Andréia Sadi no G1, acrescentando que "o governo está feliz com ela, a deputada tem cabedal político". "O fato de ter respondido a uma ação trabalhista, considerando inclusive os aspectos que entendíamos serem arcaicos na legislação trabalhista antes da reforma trabalhista, de maneira alguma a desqualifica para o cargo", emendou Marun.

 

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Nomeação da nova ministra do Trabalho de Temer dá mais poder a condenados

Fotos Reprodução

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Futuro deputado Nahin, condenado por estupro de vulnerável; e futura ministra Cristiane, condenada por dívida trabalhista

A decisão do presidente Michel Temer de nomear como ministra do Trabalho a deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), filha do delator do mensalão e presidente do PTB Roberto Refferson, dá poder a dois condenados. A própria Cristiane, que tomará posse na próxima terça-feira, foi condenada em 2016 a pagar dívida trabalhista de R$ 60,4 mil a um motorista que prestava serviços para ela e sua família, conforme decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT1). E o suplente dela, o irmão do ex-governador do Rio Anthony Garotinho, Nelson Nahin (PSD-RJ), que foi preso e condenado por exploração sexual de crianças e adolescentes e estupro de vulnerável, vai virar deputado federal e ganhar foro privilegiado.

 

 

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