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Rumo a Brasília

Por Marco Eusébio

Da coluna Entrelinhas da Notícia
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Divulgação/Arquivo

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Com a ida de Tereza Cristina para o Ministério da Agricultura, Jaime Verruck reforçar equipe da futura ministra

Sobre a possível saída de Jaime Verruck do Governo de MS aqui publicada quarta (07), novas informações dão conta de que o secretário estaria arrumando as malas para seguir para Brasília no ano novo. A convite da futura ministra da Agricultura, Tereza Cristina, ele deve reforçar a equipe ministerial. No sábado, os dois devem se encontrar para fechar quais serão suas funções. Conforme uma interlocutora informou ontem ao Blog, embora o secretário tenha convites para ficar no governo, voltar à Fiems, seja sondado pela CNI e por uma grande empresa, seu destino mais provável é mesmo o governo de Jair Bolsonaro.

 

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Tereza Cristina fala sobre o perfil de seu ministério e é questionada sobre a JBS

Antonio Cruz/ABr

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Pela primeira vez depois de confirmada ministra, Tereza Cristina falou hoje à imprensa em Brasília

Em sua primeira entrevista coletiva após ser confirmada como futura ministra da Agricultura por Jair Bolsonaro, a deputada Tereza Cristina (DEM-MS) afirmou ontem que os produtores esperam segurança jurídica, defesa da propriedade e um ministério “mais moderno”. Disse que o ministério deve se concentrar na produção sustentável e na redução do que chama de "indústria de multas", expressão já usada por Bolsonaro. "Acabar com a indústria das multas, ter normas claras, ter um ambiente de negócios mais favorável. É o que o Brasil precisa para receber empreendimentos tanto externos quanto internos. Licenças serem mais ágeis não quer dizer perder segurança. Alguns processos precisam ser modernizados”.

Questionada por estar na lista de doações de campanha da JBS, Tereza disse que a doação foi de forma indireta, e que está tranquila. "Eu não tive doação da JBS direto para mim. Foi uma doação via dois parlamentares do meu estado e como eu era deputada federal deram. Tenho tranquilidade, as doações foram legais e estão lá na minha declaração", afirmou. Acrescentou que é preciso ter transparência para garantir a governabilidade. "Quem quiser olhar, não tem problema. Vamos ter tratamento igual para todos. Nós precisamos ter um Brasil transparente com governança."

Produtora rural em MS, a deputada também admitiu ter negócios com a JBS. “Eu tenho uma propriedade, um condomínio com meus irmãos, sou inventariante e minha família arrenda um confiamento para a JBS, que é do lado da nossa propriedade. Isso há muitos anos". Explicou ter participação de um quinto na propriedade arrendada ao grupo, mas disse que não há desconforto em assumir o ministério. "Só se eu fizesse alguma coisa escondida. Está tudo dentro da lei, com contrato assinado, não vejo nenhum problema. Se o presidente me perguntar, estão lá os documentos."

 

 

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