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Sindicalistas de MS querem que trabalhador deixe de bancar “Sistema S”

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Por Marco Eusébio
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O sindicalista José Lucas critica reforma extinguir contribuição sindical e manter repasse ao sistema S

Sindicalistas de Mato Grosso do Sul querem o fim da contribuição do "Sistema S" (que inclui Sesi, Sesc, Senai, Senac e Sebrae) que recebem cerca de R$ 30 bilhões anuais do Orçamento da União. "Desse total, R$ 22 bilhões vêm de contribuições sociais que representam 3,1% da folha de pagamento do trabalhador", diz José Lucas da Silva, presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB/MS) e da Feintramag MS-MT. O Comitê Estadual Contra as Reformas Previdenciária e Trabalhista critica o fato de a Câmara dos Deputados ter aprovado a reforma trabalhista acabando com a contribuição sindical obrigatória, mas preservando as contribuições ao "Sistema S".

O sindicalista criticou o presidente da Fiems, Sérgio Longen, que defende a reforma trabalhista para enfraquecer os sindicatos. "Muito confortável para o senhor Sérgio Longen lutar contra os sindicatos laborais e contra os interesses dos próprios trabalhadores enquanto desfruta de recursos recolhidos sobre a folha de pagamento desses mesmos trabalhadores nas empresas", disparou José Lucas. Nessa queda-de-braço, sindicalistas pretendem pressionar senadores de seus estados para que aprovem emenda do senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) para acabar com a rica contribuição às entidades empresariais na fase de votação da reforma trabalhista no Senado.

 

 

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