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Terça-Feira, 14 de Março de 2017, 13h:43
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Auxiliares de táxi reivindicam concessão de alvarás para categoria

Durante sessão ordinária, representante pontua reivindicações e vereadores questionam categoria

Flavia Andrade
Capital News

Flavia Andrade/Capital News

Auxiliares de táxi reivindicam concessão de alvarás para categoria

Auxiliares reivindicam alvarás para categoria

Na manhã desta terça-feira (14), durante sessão ordinária na Casa de Leis, Edinaldo Ribeiro de Lima, representante dos auxiliares de táxis de Campo Grande, utilizou a Tribuna para expor reivindicações da categoria, que conta hoje com 680 profissionais e solicita liberação de 300 alvarás de táxis, destinado aos auxiliares.

 

Flavia Andrade/Capital News

Auxiliares de táxi reivindicam concessão de alvarás para categoria

Representante dos Auxiliares de Táxi de Campo Grande, Edinaldo Ribeiro de Lima.

Segundo representante dos Auxiliares dos Táxis em Campo Grande, Edinaldo Lima, “nossa classe dos auxiliares de Campo Grande hoje está se tornando insustentável, infelizmente nosso trabalho se tornou insustentável, muitos estão migrando para outras profissões. 

 

Anteriormente, a gente trabalhava, sofremos vários assaltos, pagando uma diária de R$ 235,00 e ainda conseguíamos ganhar alguma coisa para sustentar a família. Hoje passa-se 24 horas dentro de um carro, com toda vulnerabilidade que nós temos, sem segurança nenhuma, para levar R$ 40,00 a R$50,00 para casa. Não está compensando mais, a classe dos auxiliares está com os dias contados”, pontua Lima. 

 

Para o vereador Waldir Gomes, “os aplicativos vieram para fazer justiça, porque a categoria dos auxiliares de táxis é escravizada a mais de 20 anos, tem funcionários deficientes que trabalham. Tem que se liberar alvarás para esses trabalhadores, para que todos possam trabalhar, tem que ser 500 e não 300 alvarás”, afirma vereador.

 

De acordo com vereador Junior Longo, presidente da Comissão de Transporte e Transito, “aqueles que tem mais alvarás e dizem ser empresas, e querem ser empresas, eles têm que contratar as pessoas como funcionário, pagando todos os impostos referentes. Pois quando o auxiliar falta, ele é substituído e perde a diária, essas pessoas trabalham 10, 15 anos e quando param não tem direito a nada, aposentadoria, benefícios, se precisam parar por algum problema de saúde, eles não tem nenhum respaldo. Tem alguns pontos que não se encaixam nas Condições da Lei do Trabalho (CLT), portanto não podemos exigir isso, porém, podemos criar alguma lei, trabalhar as questões aqui na Casa, para que as empresas deem a esses funcionários os direitos que lhes resguardem”, afirma Longo. 

 

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