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Terça-Feira, 12 de Setembro de 2017, 16h:51
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Campo Grande terá fundo para financiar projetos de inovação públicos e privados

Projeto de lei está sendo elaborado pelo Executivo municipal, em parceria com a Câmara e empresários

Flávio Brito
Capial News

Prefeitura de Campo Grande/Divulgação

Lei de Inovação

Campo Grande está em penúltimo lugar no ranking das capitais empreendedoras, lembrou prefeito

De olho no faturamento de até R$ 3 bilhões de outras capitais do país,  Prefeitura de Campo Grande vai encaminhar à Câmara Municipal um projeto para criar a Lei da Inovação, que deve prevê a criação de fundo para a captação de recursos. O objetivo é estabelecer um ambiente propício para a inovação, no qual sociedade, empresários e administração pública possam desenvolver ideias para melhor práticas existentes, bem como resolver os problemas da cidade.

O Conselho Municipal de Inovação, com a participação do poder o público, empresário e sociedade científica, será o responsável pela elaboração de diretrizes para a aplicação dos recursos em projetos. Além disso, com a leia, será possível criar incentivos fiscais e buscar recursos dos governos estadual e federal para colocar as ideias em prática.

De acordo com as informações divulgadas pela prefeitura da Capital, diversos Estados e município já possuem lei própria. Florianópolis, por exemplo, teve cerca de 600 empresas de tecnologia instaladas e é a primeira capital do país a ter inclusão digital. Vitória, no Espírito Santo, está implantando um parque tecnológico e já não tem mais sua economia dependente totalmente da questão portuária. Já Recife (PE) teve um faturamento de R$ 3 bilhões somente com a questão de inovação.

Campo Grande está em penúltimo lugar no ranking das capitais empreendedoras, de acordo com estudo elaborado pela entidade de fomento ao empreendedorismo Endeavor. Para mudar esse quadro é preciso mudar a configuração de como se enxerga a inovação e criar mecanismos para fomentar estas medidas.

Durante reunião com setores da iniciativa privada e vereadores da Câmara Municipal sobre o tema, na manhã desta terça-feira (12), no Paço Municipal, o prefeito Marquinhos Trad, afirmou que a lei não é só viável, como necessária. “Perdemos nos últimos dois anos todas as posições que havíamos alcançado, por falta de uma lei, falta de um fundo, falta de aplicação. Vamos terminar a minuta técnica redacional e enviar para a Câmara Municipal”, disse.

Para o diretor de Inovação em Gestão Pública, Claudio Ramos, com a criação da lei será possível aliar recursos humanos e recursos tecnológicos. O diretor-presidente da Agência Municipal de Tecnologia da Informação e Inovação frisa que a lei está sendo construídas por meio da parceria entre as instituições de ensino, as entidades de pesquisa, a Câmara e a Prefeitura Municipal, representada por meio da Agetec. “Essa sinergia é salutar e fomentará o desenvolvimento local, transformando Campo Grande em um celeiro de negócios voltados principalmente à inovação e à tecnologia”, disse.

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