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Quinta-Feira, 20 de Abril de 2017, 16h:59
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Força-tarefa arruma estragos provocados pela chuva em Campo Grande

Houve queda de árvores, a força da enxurrada arrastou blocos inteiros de asfalto

Myllena de Luca
Capital News

Prefeitura de Campo Grande

Força-tarefa arruma estragos provocados pela chuva em Campo Grande

A chuva arrastou asfalto

A Prefeitura de Campo Grande começará uma força-tarefa para arrumar os estragos causados pela chuva. A partir desta quinta-feira (20), serão aproximadamente 200 trabalhadores com máquinas e caminhões realizando o serviço na Capital.

Os serviços continuam no fim de semana, caso a chuva não volte. Começou o serviço de limpeza e desobstrução de bocas de lobo. Somente na quarta-feira (19), em uma hora choveu aproximadamente 159 milímetros, precipitação prevista para os 30 dias do  mês de abril.

Conforme o meteorologista da Uniderp, Natálio Abrão, a chuva começou às 16h20 e foi até às 17h10. Do dia 1º deste mês até agora, somente na região das Moreninhas, choveu 280 milímetros, o que representa 116% dos 105 milímetros – média histórica para o mês de abril. “Desde 1962, ou seja há 55 anos, que não chovia tanto no período”, explica o meteorologista.

Houve queda de árvores, a força da enxurrada arrastou blocos inteiros de asfalto, tampas de poços de visita, grelhas de bocas de lobo, além de provocar o  afundamento de pista. Nas margens da avenida Gury Marques, no bairro Cidade Morena, formou-se uma cratera depois que a chuva arrastou a tubulação de drenagem.

O asfalto foi arrancado no trecho da Fraiburgo, um dos acessos às Moreninhas, por onde escoa a enxurrada que desce da parte alta do bairro. A capa do pavimento será integralmente removida para ser refeita quando houver pelo menos três dias de estiagem.

A chuva também provocou estragos em trechos da Avenida Gury Marques. Na altura da Vila Cidade Morena, a avenida ficou interditada durante boa parte da chuva.

A solução dependerá da retomada das obras de drenagem e controle de enchentes na vila Cidade Morena, iniciadas em 2012 e interrompidas desde 2014. O projeto foi orçado em R$ 3,2 milhões, mas as planilhas terão de ser atualizadas, porque são valores calculados em 2014.

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