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Quarta-Feira, 17 de Maio de 2017, 16h:07
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Micherd Jafar, dono da Gráfica Alvorada está tentando liberdade

Ele está preso há sete dias desde que a Operação Máquinas de Lama foi deflagrada

Cristiano Arruda
Capital News

Reprodução/TV Morena

Mirched Jafar Júnior

Mirched Jafar Júnior está está preso desde o desencadeamento da 4ª fase da Lama Asfaltica

 

O dono da Gráfica Alvorada Micherd Jafar que está preso desde o desencadeamento da 4ª fase da Lama Asfaltica, denominada Máquinas de Lama, também está tentando um habeas corpus no Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF), em São Paulo, onde o ex-secretario da gestão de Puccineli, André Luiz Cance conseguiu liberdade.


Segundo as investigações a suspeita levantada sobre Micherd é dilapidação de patrimônio, evitando o ressarcimento ao erário (quando o dinheiro deve voltar aos cofres públicos) e com isso mantinha uma vida de luxo, com possibilidade de prosseguir nas atividades criminosas. A gráfica dele era utilizada para lavagem de dinheiro.

Micherd Jafar e André Cance foram presos na última quinta-feira (dia 11) em Campo Grande, durante a operação Máquinas de Lama, deflagrada pela Polícia Federal.  Cance deixou o Presídio de Segurança Máxima na quarta-feira (16) junto aos advogados e não quis falar com a imprensa.

Atualização de prisões:
Com a saída do o ex-secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), André Cance da prisão.


Continuam presos na quarta Fase da Operação Lama Asfáltica: Jodascil da Silva Lopes ex-servidor da Secretaria de Educação (SED),o ex-coordenador de licitações da Secretaria Municipal de Administração (Semad), Mauro Cavalli e o dono da gráfica Alvorada, Micherd Jafar Junior.


Operação Máquinas de Lama:
A operação deflagrada na quinta-feira (11) pela Polícia Federal, Controladoria Geral da União (CGU) e Receita Federal é resultado do trabalho da investigação realizada com base nos materiais colhidos nas fases anteriores da operação. Entre os crimes investigados, foram encontrados indícios de lavagem de dinheiro e pagamento de propinas a servidores públicos. A estimativa é de que a organização criminosa tenha causado prejuízos que chegam a R$ 150 milhões.

Ao todo, foram cumpridos 32 mandados de busca e apreensão, três de prisão preventiva, nove de condução coercitiva e bloqueio de valores em reais em contas bancárias de pessoas físicas e de empresas. As atividades estão concentradas em quatro municípios de Mato Grosso do Sul, Campo Grande, Nioaque, Porto Murtinho e Três Lagoas e nas capitais, São Paulo (SP) e Curitiba (PR).

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