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Prefeito vistoria obras do Reviva Campo Grande

Trabalho também foi acompanhado pelo secretário de Obras, Rudi Fiorese

Flávio Veras
Capital News

Prefeitura/Cedida

Prefeito vistoria obras do Reviva Campo Grande

 Previsão para a execução das obras é de dois anos

Três obras foram visitadas pela Administração Municipal de Campo Grande, na última quinta-feira (13). Os trabalhos foram conferidos pelo prefeito, Marquinhos Trad e pelo secretário de Obras, Rudi Fiorese. Os trechos vistorias são: Reviva Campo Grande, Revitalização do Rio Anhanduí e microrrevestimento da Rua Ricardo Franco, entre Avenida Júlio de Castilho e Rua Fernando de Noronha.

 

De acordo com a Assessoria de Imprensa da Prefeitura, no Reviva Campo Grande, o trecho vistoriado por Marquinhos Trad foi da Rua 14 de julho, entre a Avenida Fernando Correa da Costa e a Rua 26 de Agosto. Neste local foram feitos as obras de saneamento com a substituição e melhorias da rede de distribuição de água, rede coletora de esgoto sanitário e microdrenagem; pavimentação; instalação de rede subterrânea de energia elétrica e telecomunicações.

 

“É uma obra que foi dimensionada para o futuro. Se for preciso instalação de mais  rede de energia e de telefone,  a tubulação foi planejada pensando nesta expansão”, diz Marquinhos.

 

O órgão afirmou ainda que a requalificação da Rua 14 de Julho compreende uma intervenção urbana com extensão de 1.400 metros lineares em área central, que promoverá a redução da faixa de rolamento, ampliação de calçadas, conversão das redes aéreas para subterrâneas e a implantação de paisagismo no passeio público. A previsão para a execução das obras é de dois anos.

 

“Idealizada para reverter a ação de degradação e o fenômeno de esvaziamento da região, a obra garante melhor infraestrutura e valorização da região central, com investimentos em arborização, segurança, melhoria do tráfego e conforto para usuários, sejam transeuntes, motoristas, comerciantes ou moradores”, explicou à assessoria.

 

Já a revitalização do Rio Anhanduí a prefeitura informou que a construção de gabião e colocação de placas de concreto que irão proteger as margens da erosão e consequentemente evitar o desmoronamento do barranco. Nesta etapa já é possível visualizar como a obra vai ficar após sua conclusão.

 

Estão previstas intervenções num trecho de 2 quilômetros, entre as ruas Santa Adélia e do Aquário, investimento de R$ 48.497.999,21. Além disso ainda serão feitas intervenções para recompor as margens do rio, com trechos em gabião e outras de placas de concreto; urbanização; abertura de uma ciclovia paralela ao canal; bocas de lobo das ruas para captar a enxurrada que desce das ruas laterais e recapeamento das duas pistas da Avenida Ernesto Geisel, em uma extensão de 4 quilômetros.

 

Com a obra, o canal do rio será ampliado, no leito serão feitas barreiras de contenção (com gabião) para evitar erosão é o acúmulo de sedimentos que provoca o assoreamento e levam ao transbordamento nos dias de chuva mais intensa nas cabeceiras dos afluentes do Anhanduí (Prosa e Segredo).

 

No que se refere a obra de Microrrevestimento, o trabalho está sendo executado na Rua Ricardo Franco, numa extensão de 1,4 km, entre a Avenida Julio de Castilho e Rua Fernando de Noronha.

 

Em nota o Executivo Municipal explicou que em toda a cidade os engenheiros da Sisep levantaram 112 quilômetros de vias onde o asfalto está em condições de receber o microrrevestimento. “O material prolonga o tempo de vida útil do asfalto, evita o surgimento de buracos, sobretudo depois de chuvas.  Não é um serviço estrutural, que vai regularizar integralmente as ondulações da pista, mas vai impermeabilizar o asfalto e evitar a infiltração da enxurrada e, com isto, não surgirão novos buracos”, concluiu o órgão.

 

O secretário de Obras Rudi Fiorese explica que o serviço não pode ser confundido com o tapa-buraco e com o recapeamento. “É uma manutenção preventiva, que vai garantir mais quatro a cinco anos de vida útil ao pavimento. Não pode ser aplicado em ruas onde o asfalto já está comprometido porque foi feito há décadas”, Nestas situações, a única  alternativa é o recapeamento, que tem um custo médio de R$ 500 mil por quilômetro”, reforça.

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