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UEMS é a única do Centro-Oeste com projeto vencedor em Prêmio Odebrecht

9ª edição do Prêmio Odebrecht para o Desenvolvimento Sustentável premia acadêmica e professor de Dourados

Flavia Andrade
Capital News

Divulgação/Assessoria

UEMS é a única do Centro-Oeste com projeto vencedor em Prêmio Odebrecht

9ª edição do Prêmio Odebrecht para o Desenvolvimento Sustentável premia acadêmica e professor de Dourados

A Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) participou pela segunda vez com um projeto do professor Aguinaldo Lenine Alves, vencedor deste prêmio, a primeira foi em 2012, e foi à única instituição do Centro-Oeste a vencer, a 9ª edição do Prêmio Odebrecht para o Desenvolvimento Sustentável.

O trabalho vencedor foi inscrito pelo professor, com a acadêmica do curso de Engenharia Ambiental, Bárbara Pinto do Nascimento, e utilizou os resíduos plásticos de uma indústria de Dourados para a confecção de “pavers” (lajotas) para calçamento.

O uso de pellets de resíduos plásticos substituiu parte dos agregados miúdos do concreto (areia) como uma das soluções para uso de resíduos plásticos. Os resultados mostraram melhorias da resistência e durabilidade das lajotas com o uso de pellets de plástico.
As lajotas produzidas no Centro de Pesquisa de Materiais (Cepemat) da UEMS poderão ser utilizadas em calçadas para ciclista e pedestres.

O trabalho da UEMS foi vencedor juntamente com pesquisas da Universidade Federal do Espírito Santo – UFES; Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ; Universidade de São Paulo – USP; e da Universidade Federal de São João Del Rei – UFSJ. Cada trabalho receberá R$ 60 mil – o autor ou grupo, o orientador e a universidade ganham R$ 20 mil cada.

“A indústria nos apresentou a demanda de que tinha toneladas de resíduos plásticos e não sabia o que fazer, então tive a ideia de pegar estes resíduos e colocar no concreto para a confecção de lajotas para calçadas. Antes já havíamos trabalhado com garrafas pets que são mais fáceis, porque são mais densas depois de trituradas, mas estes resíduos ficam muito leves, então transformamos eles em pellets (bolinhas de plástico) e com isto conseguimos que eles ficassem mais densos para serem agregados ao concreto”, explicou o professor.

O resultado do Prêmio foi divulgado no final de dezembro de 2016 e não há data para a cerimônia de premiação.

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