Campo Grande/MS, Segunda-Feira, 24 de Setembro de 2018 | 17:39
27˚
(67) 3042-4141
Cultura e Entretenimento
Quarta-Feira, 07 de Março de 2018, 13h:13
Tamanho do texto A - A+

Programação do Centro Cultural discute tabus que cercam as mulheres

Atividades começam nesta quarta-feira com exposições e performance

Esthéfanie Vila Maior
Capital News

FCMS

Programação do Centro Cultural discute tabus que cercam as mulheres

Programação voltada para representatividade da mulher começa nesta quarta-feira

O mês de março será dedicado a representatividade da mulher no segmento artístico no Centro Cultural José Octávio Guizzo (CCJOG). As atividades começam nesta quarta-feira (07) às 19h, com exposições.

 

Na galeria Wega Nery serão expostas as vernissages da mostra coletiva  “Arte {substantivo feminino}”, das acadêmicas de Artes Visuais da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). A classificação indicativa é de 12 anos.

 

Já a sala Ignês Corrêa da Costa recebe a exposição  “Maria não é mais virgem”, da artista Lina da Anunciação. A classificação indicativa é de 18 anos

 

O evento terá ainda a performance inédita “Nem Eva, nem Maria”, da artista transexual Alice Yura, com classificação indicativa de 16 anos.

 

A coordenadora do Centro Cultural, Luciana Kreutzer, explica que durante o mês de março serão discutidos os tabus que ainda cercam as mulheres, por meio de palestras, exposições e oficinas.

 

Arte {substantivo feminino}

A mostra tem curadoria da professora Priscilla Pessoa e traz produções de artistas mulheres que desenvolvem pesquisas sobre questões femininas e contemporâneas, seja por um viés mais íntimo e particular ou com uma intenção social e política. São elas: Alice Yura, Amanda Dim, Auriellen Leonel, Joy Gomes, Kim Weiss, Laura Costa, Maria Angélica Chiang, Palmira Nogueira, Poliana Santana, Priscilla Pessoa, Sarah Caires, SinArte, Thais Galbiati e Zilá Soares.

 

A curadora explica que, em linguagens como pintura, desenho, gravura, fotografia, escultura, livro de artista e performance, as artistas tratam do ser mulher hoje. “São obras que reforçam, mais do que nunca, uma urgência: precisamos muito falar sobre nós”, afirma.

 

Maria não é mais virgem

A série propõe um olhar sobre alguns dos vários elementos que tocam a sexualidade da mulher, abordando sua relação atual com o sexo e com o seu próprio corpo, buscando expressar o erotismo feminino.

 

A exposição foi criada a partir de uma pesquisa teórica. Contou com a colaboração de mulheres das mais variadas áreas, gerações e interesses, através de discussões e imagens.

 

A artista visual Lina da Anunciação atua nas áreas mais variadas. Há seis anos vem participando de exposições individuais e coletivas. Lina iniciou sua carreira na Europa decorando festivais de música eletrônica, também em diversos estados do Brasil. 

 

Passou pelo óleo, abstrato, pela arte digital e pela ilustração. No momento, a técnica que a artista mais usa é a aquarela sobre papel. Suas composições buscam exaltar os sentimentos, o universo psíquico, a beleza da natureza e a exaltação do feminino.

 

Serviço

Exposições “Arte {substantivo feminino}” e “Maria não é mais virgem”

As exposições estarão abertas à visitação de terça a sexta, das 8h às 22h; sábado, das 8h às 20h; e domingo, das 14h às 19h, até 25 de março. A entrada é gratuita.

 

Performance “Nem Eva, nem Maria: Alice”

 

Quarta-feira (07), às 19h, no Centro Cultural José Octávio Guizzo, na rua 26 de Agosto, 453.

NENHUM COMENTÁRIO

Clique aqui para "COMENTAR ESTA NOTÍCIA" e seja o primeiro a comentar!
Nenhum comentário ainda, seja o primeiro!

LEIA MAIS SOBRE ESSE ASSUNTO

Trinix