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Balança comercial de MS fecha janeiro e fevereiro com saldo de US$ 252 milhões

China, Itália e Argentina foram os principais destinos das exportações no bimestre

Natália Moraes
Capital News

Edemir Rodrigues/Portal do Governo de Mato Grosso do Sul

Balança comercial de MS fecha janeiro e fevereiro com saldo de US$ 252 milhões

Destaque foi para as exportações de celulose e açúcar

A balança comercial de Mato Grosso do Sul acumulada dos meses de janeiro e fevereiro deste ano fechou com saldo positivo de US$ 252 milhões.


De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico (Semade), em fevereiro, as vendas externas do estado tiveram superávit de US$ 143 milhões, com destaque para as exportações de celulose e açúcar.


“Esse resultado se deve, em parte, pelo desempenho de setores como o de celulose, que ocupou o primeiro lugar nas exportações do estado em janeiro e fevereiro (US$ 159 milhões), e o açúcar, que acumula US$ 114 milhões de vendas no período. Também o minério de ferro apresentou alta no volume exportado de 2,33%, revertendo os indicadores de baixa”, disse o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico, Jaime Verruck.


O primeiro produto nas exportações é a celulose e outras pastas para fabricação de papel, com 27,44% do total exportado, em termos do valor. Em fevereiro de 2017 houve queda de 25,99% em relação ao mesmo período no ano passado e queda de 14,9% em termos de volume. Na segunda posição estão os produtos de refino de açúcar, com 19,73% de participação, com aumento em termos de valor de 119,91% em relação a janeiro e fevereiro de 2016.


As exportações de minério de ferro apresentaram aumento de 2,33%, saltando de 470,7 mil toneladas em janeiro e fevereiro de 2016, para 521,8 mil toneladas no primeiro bimestre de 2017 e fugindo da tendência verificada nos últimos dois anos.


China, Itália e Argentina foram os principais destinos das exportações em janeiro e fevereiro. As vendas para o mercado chinês aumentaram 11,6% em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto que as negociações com os argentinos cresceram 94,71%.


Quanto às importações, o gás natural boliviano segue em queda com retração de 56,45% em janeiro e fevereiro de 2017, comparado ao mesmo período no ano passado. Conforme o secretário, a queda se deve, “em grande parte pela queda no volume de gás importado pela Petrobras, que chegou a ser 45,64% menor nestes dois primeiros meses do ano, em relação ao ano anterior”. (com assessoria)

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