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Desemprego dobra em dois anos e jovens entre 14 e 24 anos são os mais atingidos

Falta de orpotunidadeaos trabalhadores saltou de 6,54% para 12,03% de 2014 para 2016

Mariana Castelar
Especial para o Capital News

Marcelo Martins/Prefeitura de Blumenau

Foto ilustrativa de carteira de trabalho, vaga de trabalho, emprego

Jovens entre 14 e 24 anos foram os que mais sentiram a falta de oportunidade

O desemprego dobrou nos últimos dois anos. Isso é o que mostra a pesquisa realizada sobre o comportamento do mercado de trabalho brasileiro em 2016, com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Boletim Mercado de Trabalho foi lançado em seminário realizado nesta sexta-feira (5), em Brasília.


Os dados, que também foram baseados nas informações da pesquisa do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, mostra que a taxa de desemprego quase dobrou, saindo de 6,50%, no quarto  trimestre de 2014, para 12,03%, comparado ao mesmo período de 2016.

Entre as variações, a maior registrada foi nos primeiros três meses de 2016, que  passou de 8,96%, no quarto trimestre de 2015, para 10,90%. No ano passado, o valor médio das taxas de desemprego trimestrais em ficou em 11,51%.

O estudo mostra que os que mais sentiram esta falta de oportunidade foram os jovens entre 14 e 24 anos. Nesta faixa etária, o índice foi de 20% em 2015 para 27,2% no ano seguinte, um aumento de 7,2% em doze meses.

Deurico/Capital News

Foto ilustrativa de Ciat, carteira de trabalho, emprego, desemprego

Em 2016, o valor médio das taxas de desemprego trimestrais em ficou em 11,51%.

Já entre os adultos, de 25 a 59 anos, a variação das taxas de desemprego entre 2016 e 2015 foi de 2,2%, enquanto que os idosos, o índice ficou 1,1% para o mesmo período.

Trabalhadores que possui o ensino fundamental completo e médio incompleto são que encontram dificuldade ao voltar para o mercado de trabalho. A pesquisa mostra que o crescimento foi 4,7%, saindo de 12,2% para 16,9%.

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