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Sexta-Feira, 30 de Dezembro de 2016, 14h:35
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Em novembro, MS obteve saldo negativo de vagas de emprego

Cadastro Geral aponta redução de 0,27% em relação a outubro

Natália Moraes
Capital News

Camila Domingues/Governo do RS

Foto ilustrativa de Carteira de Trabalho, CTPS, trabalho, emprego, desemprego, vagas, oportunidades

 

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A refração econômica ainda atinge Mato Grosso do Sul. Conforme dados desta quinta-feira (29) do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o Estado apresentou redução no número de empregos formais em novembro. As empresas estaduais contrataram 17.830   trabalhadores e dispensaram 19.226, com um saldo negativo de 1.396 postos de trabalho. Em relação a outubro, o encolhimento foi de 0,27%.


Os setores que tiveram aumento no estoque de empregos formais em novembro foram o de Comércio, com saldo positivo de 230 vagas; Construção Civil, com 189; e Serviços Industriais de Utilidade Pública, com seis. Já os que perderam foram os setores de Serviço (833 vagas); Agropecuária (495) e Indústria (487). 


O levantamento mostra que houve aumento no número de vagas em novembro em três dos 14 municípios do estado com mais de 30 mil habitantes. Em termos absolutos, Três Lagoas teve o maior saldo de empregos formais no mês (998).


O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, disse acreditar na recuperação do nível de emprego no estado. “No ano que vem, temos certeza de que os números serão melhores, para que os trabalhadores possam ter ocupação e renda e garantir o sustento de suas famílias e o crescimento do país”, disse.


Dados nacionais – O mercado de trabalho perdeu 116.747 vagas com carteira assinada em novembro. O desempenho é resultado de 1.103.767 admissões contra 1.220.514 demissões ocorridas durante o mês. Este saldo negativo em novembro provocou uma queda de 0,3% no estoque de empregos em comparação ao mês anterior. No mesmo mês do ano passado, a queda havia sido ainda maior, com 130.629 vagas formais a menos. No período dos últimos 12 meses, o estoque de empregos formais passou de 40,3 milhões para 38,8 milhões, uma queda de 3,65%. (com assessoria)
 

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