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Exportações crescem 22% no MS em 2018

Grão de soja, acompanhado pelo Celulose, foram os produtos que obtiveram maior destaque na balança comercial

Flávio Veras
Capital News

Priscilla Pires / Governo de MS

Vazio sanitário da soja segue até setembro

Exportações alcançaram um montante de US$ 3,9 milhões

As exportações de Mato Grosso do Sul cresceram 22% entre janeiro e agosto de 2018 na comparação com o mesmo período do ano passado, alcançando US$ 3,9 milhões. Os números foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro).

 

De acordo com a Semagro, a balança comercial de MSl acumula saldo de US$ 2,207 milhões de janeiro a agosto de 2018, sendo que o resultado é 28% maior que o saldo do mesmo período do ano passado. As importações também cresceram 15% no período analisado.

 

Ainda conforme o levantamento, a soja em grão se mantém como o produto mais exportado por Mato Grosso do Sul, representando 39,32% das exportações em oito meses de 2018 e com crescimento de 277,74% na relação com o mesmo período de 2017. Já o segundo lugar fica com a celulose, que também se destaca no crescimento das vendas para o mercado externo em 104% em um ano e representando atualmente 31% da balança comercial do Estado.

 

A carne de aves (-23,9%), o açúcar (-71%), o milho (-58%) e o ferro-gusa (-46%), são os principais produtos com redução significativa nas exportações de 2018 comparadas a 2017. Enquanto que os óleos e gorduras vegetais e animais aumentaram em 89% as vendas a outros países neste ano e o minério de ferro em 33%.

 

O gás natural continua sendo o principal produto das importações sul-mato-grossenses, sendo que entre janeiro e agosto as importações cresceram 35% em relação ao mesmo período do ano passado. 

 

 

Em termos de destino das exportações há uma concentração nas exportações para a China, representando cerca de 50,99% do valor total das exportações no período. A Argentina aparece em segundo, com aumento de 47% no último ano, devido a demanda pelos grãos sul-mato-grossenses.

 

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