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Terça-Feira, 04 de Dezembro de 2018, 11h:23
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Governo do Estado desembolsa R$ 1,59 bilhão para pagamento de salário

Azambuja mantém repasse pontual de salários e busca dar fôlego ao comércio de MS

Flavia Andrade
Capital News

Deurico/Capital News

Reinaldo Azambuja decide se será candidato só depois do Carnaval

Azambuja mantém repasse pontual de salários e busca dar fôlego ao comércio de MS

A economia de Mato Grosso do Sul está sendo recuperada de forma visível, desde que assumiu o governo do Estado em 2015, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) vem pagando pontualmente os salários do funcionalismo. Considerando a crise que abateu o Estado, e as condições em que se encontravam as finanças, serviços e credibilidade. 

 

Em 2018, o quarto e último ano do seu primeiro mandato, Reinaldo Azambuja fecha a planilha salarial do exercício antecipadamente. São três folhas totalizando aproximadamente 70 mil servidores, considerando os meses de novembro, dezembro e 13° salário, tudo em dia. o 13° salário será disponibilizado na conta bancária dos trabalhadores no dia 18 de dezembro. Mato Grosso do Sul é um dos poucos Estados que conseguiu fechar suas contas.

 

O volume de dinheiro desembolsado pelos cofres estaduais para circular no Estado e aquecer a economia, com intensidade, sem precedentes, o comércio dos 79 municípios atinge o valor de R$ 1 bilhão e 590 milhões, só a remuneração extra do 13° salário para os ativos e inativos gira em torno dos R$ 360 milhões. 

 

De acordo com Lílian Fernandes, presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Servidores Públicos da Administração (Sindsad-MS),  “Nosso sentimento é de reconhecimento. A situação do país está difícil, mas agora os servidores têm um calendário bem definido, seguro, e podem se organizar para o fim de ano”, aponta. 

 

Segundo a presidente da Associação da Feira Central de Campo Grande, Alvira Melo, “Ele nos dá um novo fôlego neste ano tão difícil”, afirma.

 

Já para João Carlos Polidoro, presidente da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), “O comércio está precisando demais desse dinheiro circulando. A maioria dos estados não vai pagar o décimo terceiro salário”, conclui.

 

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