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Sexta-Feira, 11 de Agosto de 2017, 16h:37
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Preço escandaloso da gasolina exige de consumidor talento para ‘arbitrar’

Termo da economia, baseado na especulação de preços de itens passa a ser rotina do campo-grandense com tanta elasticidade no custo do combustível

Danilo Galvão
Capital News

A. Ramos/Capital News

Preço escandaloso da gasolina exige de consumidor talento para ‘arbitrar’

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O que é tarefa profissional para analistas, se tornou uma praxe na vida do campo-grandense para manter o seu veículo rodando, sem pagar pelo combustível um preço que lhe entregue arrependimento. Com tanta variação na cobrança pelo litro de gasolina, etanol e diesel, a arbitragem de consumo passou a ser serviço de utilidade pública, otimizada por recursos que facilitam muito a fama do “posto bonzinho” ganhar com rapidez uma fila impressionante de clientes.

Reprodução/Facebook

Preço escandaloso da gasolina exige de consumidor talento para ‘arbitrar’

“Bom Noite!” tradicional no Facebook ganha agora a pergunta sobre o “posto barato”


Pelo Facebook, depois do último aumento de impostos praticado pelo governo, postagens passaram a orientar com mais frequência a cotação de consumidores, e a ferramenta serve inclusive de um incentivo para que promoções de combustíveis tenham efeito rápido. Outra arma potente nessa cruzada são os grupos de Whatsapp, onde a informação ganha outro tipo de fluxo e a repercussão é até mais difícil de medir. Fica o tamanho da fila ou ausência dela na hora de abastecer como parâmetro sobre o momento do posto.

“O novo consumidor ou consumidor 2.0 é importante influenciador dos novos produtos/serviços. Eles agora moldam as empresas ao seu perfil, pois as organizações têm que se adaptar a ele”, conceitua o administrador Fábio Batista, com MBA em Gestão Estratégica de Pessoas, articulista do Portal Administradores.

E bater perna ou correr atrás da informação tem demonstrado as suas vantagens, em um momento que arbitragem do consumidor ainda não influenciou na progressiva redução da elasticidade dos preços. Nesta sexta-feira (11), o Capital News foi informado a respeito de postos cobrando pela gasolina, etanol ou diesel valores com diferença de R$ 0,30. Como, em média, o tanque de um carro popular possui a capacidade de 55 litros, a diferença entre “completar” no posto certo pode render ao motorista economia de, por exemplo, R$ 15.

“A maioria dos postos adotam preços muito parecidos e infelizmente é um ou outro lugar que foge dessa regra e aparece com uma promoção. Com essa divulgação informal das redes sociais é possível buscar oportunidades, o que é válido dependendo do valor cobrado”, destaca a assistente financeira, Patrícia Larrosa, de 23 anos.

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