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Terça-Feira, 16 de Abril de 2019, 16h:26
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Águia Negra deve ter três desfalques na decisão de domingo

Técnico Rodrigo Cascca procura substitutos para Jonatan, Pedro e o artilheiro Guilherme

Rogério Vidmantas
Capital News

Osérias Pereira/Kativa FM

Águia Negra

Rodrigo Cascca (boné) tem treinos diários até sábado para definir o time para domingo

O Águia Negra começou a decisão do Campeonato Estadual ampliando a vantagem que já tinha na disputa com o Aquidauanense. Venceu fora de casa por 2 a 1 e na volta, em Rio Brilhante, conquista seu terceiro título mesmo que perca o jogo por um gol de diferença. A margem de segurança perdeu espaço na cabeça do técnico Rodrigo Cascca para a preocupação em montar o time. Três dos onze titulares não jogam no domingo (21) e a montagem do time é o que toma o tempo do treinador.

 

Fora do primeiro jogo por causa de uma pancada no tornozelo na semifinal, o atacante Guilherme segue em tratamento, mas sua recuperação é considerada improvável. Além dele, Cascca não conta com o zagueiro Jonatan e o meia Pedro, que levaram o terceiro cartão amarelo em Aquidauana e estão suspensos.

 

Sem esses jogadores, Cascca busca passar tranquilidade e diz que os substitutos ainda não estão definidos. “Vamos ver isso a partir de quinta-feira. Hoje ainda não sei quem vai jogar”, disse. No ataque, Teteu jogou ao lado de Kareca em Aquidauana, mas saiu no intervalo contundido Cleiton entrou no seu lugar e marcou o gol de empate. A tendência é que continue entre os titulares. Na zaga pode entrar Herbert e no meio, Jorginho, que jogou alguns jogos como titular, deve ser o escolhido. Nas demais posições, sem problemas.

 

Para definir o time, estão programados treinos no Ninho da Águia todos os dias até sexta-feira, sempre às 15h, horário do jogo final. No sábado, o trabalho será na parte da manhã e o grupo se concentra logo após o almoço. 

 

Euforia

 

A vitória no primeiro jogo deixou o time muito perto do título e o entusiasmo pelo resultado seria natural, mas o treinador mostra saber como lidar com a situação. “Temos que puxar a orelha a todo momento, mas aqui não tem muito isso não. Desde o início trabalhamos com os pés no chão”. O treinador lembrou ainda da partida entre os dois finalistas na primeira fase, em que o Aquidauanense venceu, em Rio Brilhante, por 2 a 1. “Todo jogo se tira uma lição.    Mas aquele era outro momento para ambos. Eles brigando contra rebaixamento e nós já estávamos classificados. Agora é um momento completamente diferente. É a decisão do título”, conclui. 

 

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