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Justiça Paraguaia autoriza e Jarvis Pavão será extraditado ao Brasil

Retorno só acontecerá após cumprimento de sentença

Maisse Cunha
Capital News

Divulgação/ABC Color

Brasileiro suspeito de pedir a execução de Rafaat é transferido de prisão no Paraguai

Pavão é suspeito de encomendar a morte do empresário Jorge Rafaat

Apontado pela Justiça brasileira e paraguaia como o chefe do tráfico na fronteira, Jarvis Chimenes Pavão teve seu pedido de extradição concedido pela juíza paraguaia Gricelda Caballero. O retorno deve ocorrer após o cumprimento de uma pena de oito anos por associação criminosa e lavagem de dinheiro, no país vizinho. O pedido analisado foi feito pelo juiz federal Rafael Farinatti Aymone.


Pavão está prestes a concluir o cumprimento da pena, no país vizinho. Ele fugiu após ser condenado a 17 anos, pela Justiça de Santa Catarina, e foi detido em 2009.


No processo em que ele é réu, outras 44 pessoas são processadas por tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico e homicídio qualificado.


Conforme a denúncia, Jarvis e os demais réuns são associados a seis grupos, cinco deles para o tráfico internacional. Investigação apontou que, mesmo integrantes do grupo, seu braço direito.


Pavão é apontado pela  Justiça brasileira como o principal responsável pela entrada de cocaína no Brasil, tendo ligação com pelo menos 12 apreensões de droga, que totalizaram 850 kg de cocaína e 420 kg de maconha.


O Narcotraficante é suspeito, ainda, de encomendar a morte de seu arquirrival, o empresário Jorge Rafaat, em 15 de junho do ano passado, para tomar o posto de chefe do tráfico na fronteira.

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