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Ação conjunta entre Exército e PM apreende mais de 300 armas em presídio de segurança máxima

Diversos outros itens que poderiam comprometer segurança de agentes e dos próprios detentos foram apreendidos

Liniker Ribeiro
Capital News

João Garrigó/Sejusp

Ação conjunta entre Exército e PM apreende mais de 300 armas em presídio

União entre Exército e Polícia Militar resultou em operação especial no Presídio de segurança máxima

Operação especial do Exército em parceria com a Polícia Militar retirou cerca de 348 armas do tipo faca e/ou punhal artesanal, da Penitenciária Jair Ferreira de Carvalho, Presídio de Segurança Máxima de Campo Grande. A ação aconteceu na última quarta-feira (15).

Segundo a assessoria de comunicação do Exército, até às 16h de ontem, além das armas brancas, haviam sido contabilizados diversos objetos e utensílios que poderiam facilmente ser usados em ações contra agentes e os próprios detentos, como tesouras de diversos tamanhos (34 peças ao todo).

Ainda foram encontrados 58 aparelhos celulares, 69 carregadores, 34 chips, 176 ferramentas diversas e 143 fios elétricos. Substâncias como drogas, 602 gramas de maconha e 289 gramas de cocaína, recipientes descartáveis com líquido inflamável (9 no total) e 243 acendedores e/ou iniciadores de fogo, também foram apreendidos pelos militares.

 

João Garrigó/Sejusp

Ação conjunta entre Exército e PM apreende mais de 300 armas em presídio

José Carlos Barbosa, secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública

“Essa é uma parceria extremamente importante neste momento em que estamos vivendo em clima de tensão nacional na área da segurança pública, portanto esse é um passo importante que estamos dando através da realização de ações preventivas, com objetivo de evitar que as circunstâncias que estão ocorrendo em outros estados fiquem distantes de Mato Grosso do Sul”, afirmou o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, José Carlos Barbosa.

 

Ação que teve início por volta das 9h, contou ainda com ajuda de cães farejadores e uso de scanners, drones e dois helicópteros. Apesar da participação, os militares não tiveram contato com os 700 detentos (aproximadamente) do presídio, tendo sido eles retirados das celas e controlados por agentes penitenciários e do Batalhão de Choque da Polícia Militar.

 

Ainda de acordo com o secretário da Sejusp, ações como essa devem ser realiadas ainda este ano em outros presídios do estado.“Essa varredura é apenas o início do trabalho conjunto com o Exército, que tem um ano de duração. Por isso da mesma forma que ocorreu na Máxima, outros presídios também podem passar por procedimentos como esse de hoje”

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