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Cocaína espalhada em queda de avião em 2016 era vendida até hoje por traficantes

Local onde droga era escondida foi achado após abordagens em táxi

Laura Holsback
Capital News

 

Divulgação/PRF

Cocaína espalhada em queda de avião em 2016 era vendida até hoje por traficantes

Droga foi encontrada enterrada em matagal

Parte do carregamento de cocaína, espalhada por fazenda na queda de um avião, no ano passado, havia sido encontrada e enterrada por traficantes para futuras comercializações. O caso foi descoberto depois que policiais rodoviários federais interceptaram táxi que transportava quase seis quilos do entorpecente. 

 

O automóvel foi abordado no quilômetro 517 da BR-267, em Jardim, nesta segunda-feira (11). O motorista e um passageiro que carregavam 5,6 quilos de cocaína foram detidos e confessaram que tinham pegado a carga em uma fazenda, em Porto Murtinho. 

 

Diante da informação, policiais foram ao local no dia seguinte e encontraram vários tabletes de cocaína enterrados no meio do mato. A droga totalizou 21 quilos e, segundo a polícia, é a mesma espalhada na queda de um avião, que ocorreu no ano passado. 

 

Além disso, policiais também apreenderam na região da propriedade rural um Rifle Puma de calibre 38 e uma arma artesanal, tipo cartucheira de calibre 36.

 

Acredita-se que após a queda do avião, a droga tenha se espalhado e alguém, sabendo do que se tratava a carga e do seu valor, tenha enterrado para comercializá-la, posteriormente, a fim de não chamar a atenção. Pelo local, foram presos; um homem de 29 anos, que era o fornecedor da droga, e um outro, de 46 anos, que tinha a posse das armas.

 

Valor

A primeira apreensão, de 5,6 quilos de cocaína, estava avaliada em cerca de R$ 84 mil. A segunda que totalizou 21 quilos, estima-se R$ 315 mil. A avaliação é feita com base no valor do quilo do entorpecente que custa R$ 15 mil em São Paulo, por exemplo, que é um dos grandes centros de distribuição do país.

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