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Segunda-Feira, 11 de Fevereiro de 2019, 15h:37
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Polícia identifica membros do PCC acusados de decapitação filmada

Um suspeito está preso, e outros três estão foragidos; Polícia Civil conta com o apoio da população para localizar os criminosos.

Caroline Carvalho
Capital News

Divulgação

Polícia identifica membros do PCC acusados de decapitação filmada

Crisavano Jeimes Castedo de Souoza, Douglas da Silva Oliveira, Mateus dos Santos Alves e Robermauro Mercado Rocha

A Polícia Civil identificou quatro suspeitos de envolvimento na execução de Gerson Surubi Arteaga, de 24 anos. Eles foram identificados como sendo membros da facção criminosa conhecida como PCC (Primeiro Comando da Capital), e a provável motivação do crime seria uma disputa territorial com a facção denominada Comando Vermelho. 

 

Gerson foi encontrado morto no dia 2 de fevereiro, em um morro, com as mãos amarradas para trás, e a cabeça a alguns metros do corpo. Todo a ação foi filmada pelos criminosos, em um vídeo que circulou nas redes sociais. Nele, o jovem aparece amordaçado e amarrado, enquanto é atacado por quatro criminosos encapuzados.

Reprodução/Diário Online

Pelo menos 4 pessoas participaram da execução de jovem decapitado

Execução de jovem decapitado foi filmada e divulgada nas redes sociais, dias depois do crime

 

De acordo com a Polícia Civil, o primeiro suspeito a ser identificado foi Mauro Rodrigues de Paula, conhecido como “Gordo”, de 28 anos. Ele teria sido o responsável por levar os assassinos até o local dos fatos e assegurar a fuga destes. 

 

Em depoimento à polícia, ‘Gordo’ confessou o crime e delatou os companheiros Mateus dos Santos Alves (23), vulgo “Arcanjo”; Crisanavo Jeimes Castedo de Souza, o ‘Véio’; Robermauro Mercado Rocha (22), vulgo MR e Maurinho; e Douglas da Silva Oliveira (26), conhecido como “Barro” ou “Maverick”, cujas características físicas são, segundo os investigadores, muito semelhantes a dos indivíduos responsáveis pela execução filmada. 

 

O caso foi registrado como homicídio qualificado, pelo motivo fútil e pelo “emprego de meio cruel e que impossibilitou a defesa da vítima”. Todos os envolvidos tiveram prisão preventiva decretada pela Justiça. 

 

Até o presente momento, somente Mauro Rodrigues foi preso pela polícia. Os outros envolvidos estão foragidos. Qualquer pessoa que tenha informações sobre os criminosos pode procurar a Ouvidoria da Polícia Civil, através do telefone 181.

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