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Azambuja define prioridades como presidente do Consórcio Brasil Central

Pauta da reunião abordou questões financeiras e administrativas e projetos de Infraestrutura e Logística

Leonardo Barbosa
Capital News

Governo do Estado/Divulgação

Azambuja define prioridades como presidente do Consórcio Brasil Central

O governador Reinaldo Azambuja é o novo presidente do Consórcio Brasil Central

Um dia após assumir o cargo de presidente do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Brasil Central (BrC), o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, reuniu-se na tarde desta sexta-feira (25) com o secretário-Executivo, Leonardo Jayme de Arimatéa, para definir as diretrizes mais urgentes e o encaminhamento dos projetos.

 

Também participaram da reunião Jaime Verruck, secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar de Mato Grosso do Sul (Semagro) e Conselheiro Suplente do BrC, e os membros da equipe da Secretaria Executiva do Consórcio, José Santana, Coordenador de Promoção de Investimentos e Parcerias, Talles de Castro, Coordenador de Gestão Estratégica e Conformidade e a assessora Flávia Fonseca.  

 

Durante a reunião, além de discutir sobre questões financeiras e administrativas, o presidente solicitou ao secretário-Executivo prioridade nos projetos de Infraestrutura e Logística e na compra compartilhada de medicamentos. Além disso, ressaltou a importância de continuar apresentando resultados para o desenvolvimento dos estados e da população da região. 

 

Compras compartilhadas

Com o objetivo de reduzir o preço da aquisição de medicamentos de alto custo por meio de uma compra coletiva, as unidades federativas integrantes do BrC assinaram ordem de serviço em 6 de dezembro de 2017 durante Fórum de Governadores do Brasil Central realizado em Brasília.

 

Os primeiros estudos baseados nas listas de medicamentos enviadas pelas unidades consorciadas resultou em uma previsão de compra de aproximadamente 331 itens no valor estimado de R$ 500 milhões que seria rateado entre os 7 membros do Consórcio.  Segundo levantamento realizado em 2018, a economia gerada para os entes seria de 5% a 10%. 

 

A missão dada pelo presidente ao secretário-Executivo  foi a de revisar as informações relativas aos custos e às listas de medicamentos entregues pelos estados e definir a melhor forma para a realização da compra. 

 

Infraestrutura e logística 

Para desenvolver projetos que formulem políticas com o objetivo de minimizar gargalos de escoamento de produção, ampliar o abastecimento da região, reduzir custos dos transportes de carga e melhorar a eficiência logística dos entes consorciados, o Consórcio aprovou em dezembro do ano passado a criação da Câmara Técnica de Infraestrutura e Logística.  

 

A Câmara será formada por secretários de estados, técnicos de cada unidade federativa consorciada, técnicos da Secretaria Executiva e especialistas “ad hoc”. A previsão é que a Câmara seja estruturada no próximo mês.

 

 

Para composição de projetos, o Consórcio conta com dados da Plataforma de Infraestrutura em Logística de Transportes (PILT/FDC) que entrelaça diferentes bancos de dados, o que facilita o levantamento dos problemas da região e subsidia os profissionais com informações para o desenvolvimento de projetos.

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