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Chance de Rose assumir o governo aumenta com funil em caso JBS

Juiz da Capital joga para Brasília um dos processos que investiga Azambuja por esquema de propina

Danilo Galvão
Capital News

Deurico/Capital News

Como vice, Rose cumpre papel estratégico para o Estado, diz Reinaldo

Rose Modesto e Reinaldo Azambuja

Por decisão do juiz Carlos Alberto Garcete de Almeida, da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande, o processo em que o governador Reinaldo Azambuja é acusado de chefiar um esquema de propina extorquida de frigoríficos e cortumes será analisado pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça).


Na decisão o magistrado ponderou que o foro privilegiado de Azambuja exige tal circunstância, que o coloca em um risco iminente de complicar uma das ameaças a continuidade do governador no posto. O órgão poderá depois de receber o processo, encaminhá-lo à PGR (Procuradoria Geral da República), que também analisa outra denúncia a chefe do Executivo de Mato Grosso do Sul, feita pelos irmãos Wesley e Joesley Bastista, da JBS, em proposta de delação premiada.

A matéria que passou pela análise de Garcete de Almeida é referente à história que envolve a suposta relação do Governo do Estado com frigoríficos e cortumes  que ganhou forte repercussão depois de ser denunciada no Fantástico da Rede Globo. No programa, um vídeo gravado na casa de um empresário mostra um “ajudante de ordens” do ex-secretário de Estado da Casa Civil, Sérgio de Paula, falando sobre o recebimento de dinheiro para oferecer vantagens de fiscalização e até abatimento fiscal privilegiado, com anuência do alto escalão e do próprio Reinaldo.

No outro foco de desconfiança da idoneidade do Governo de Reinaldo Azambuja a questão, mesmo com a incerteza se a deleção premiada dos Batista será realmente aceita, já virou tema de CPI na Assembleia Legislativa. Deputados investigam se a JBS obteve vantagens particulares no Estado e se realmente gerou os empregos que prometeu ao solicitar subvenções.

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