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Quinta-Feira, 04 de Janeiro de 2018, 16h:24
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Marun afirma que posição de Alckmin sobre Previdência abre espaço para reaproximação

Ministro da Secretaria falou em entrevista ao “Estadão” sobre possíveis candidatos à Previdência a serem apoiados por Temer

Flávio Brito
Capital News

Fábio Rodrigues Pozzebon/Agência Brasil

Marun afirma que posição de Alckmin sobre Previdência abre espaço para reaproximação

Marun elogiou postura do tucano na defesa da reforma

O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun  (PMDB), concedeu entrevista ao jornal Estado de S. Paulo, publicada na edição desta quinta-feira (4). Nela, Marun deixou aberta, a possibilidade do Palácio do Planalto apoiar a uma candidatura do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), à Presidência, citando o apoio do tucano à reforma da Previdência como um fator decisivo. 

 

Segundo o ministro, o governo só vai começar a discutir nomes para a eleição presidencial após a aprovação no Congresso da reforma previdenciária, que tem votação na Câmara dos Deputados prevista para 19 de fevereiro. 

 

“A posição que o governador (Alckmin) está tomando em relação à reforma da Previdência tem como consequência uma retomada de aproximação”, disse Marun ao Estadão.  

 

“Vejo agora essa posição firme em defesa da reforma como um fator que abre espaço para a reaproximação, e, sem dúvida, ele é uma das candidaturas que podem representar esse projeto do governo”, acrescentou.  A análise de Marun parece estar alinhada com a postura do presidente ao falar do mesmo assunto, a escolha e apoio a um candidato. 

 

“É aquele que acolher, prestigiar, incentivar, elogiar e praticar as reformas que estamos fazendo no nosso governo. E, evidentemente, se outras reformas ainda demandarem execução, que elas venham a ser feitas no próximo governo. Esse será o meu candidato à Presidência da República”, indicou Temer, em entrevista pelo portal R7 no fim do ano passado. 

 

Questionado se o governo tem votos suficientes para aprovar a reforma da Previdência, Marun reiterou que o ambiente está “muito mais favorável”. Segundo o ministro, em duas ocasiões diferentes, durante jantar em um restaurante e saída de um hotel, ele ouviu de populares que a reforma seria  aprovada. “Se isso está acontecendo comigo, deve estar acontecendo com outros parlamentares”, afirmou ao jornal. 

 

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