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Sábado, 06 de Janeiro de 2018, 11h:56
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Marun espera que ministros que forem candidatos deixem cargos até março

Ministro da Secretaria de governo abriu mão da eleição pelo cargo, mas 14 ministros estudam concorrer este ano

Flávio Brito
Capital News

Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Em nota, Marun rebate críticas à declaração sobre empréstimos e reforma da Previdência

Marun disse que saída de ministros do cargo é um processo

Apesar da expectativa de uma substituição gradual de ministros que vão se candidatar nas próximas eleições, pelo menos metade deles quer ficar em seus cargos de primeiro escalão até a data-limite, 7 de abril. "Todos os ministros que serão candidatos têm que sair até março. Eu acredito que alguns podem sair antes do Carnaval, mas é um processo e cada ministro vai avaliar o seu momento", afirmou o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, em declaração dada ao jornal Folha de Folha de São Paulo. 

 

De acordo com matéria publicada pela Folha neste sábado (6), os 14 ministros que estudam participar da disputa deste ano, 7 prometem ficar em suas pastas até essa data. Três deles dizem que ainda não definiram quando deixarão seus cargos e dois afirmam que não decidiram se vão se candidatar. Outros dois não responderam aos questionamentos da Folha, informou o jornal.

 

Parte dos ministros quer ficar no cargo o maior tempo possível para poder entregar obras que podem impulsionar suas candidaturas. Alguns desses projetos ainda não estão concluídos e, portanto, eles resistem em deixar os ministérios agora.

 

Procurados pela publicação paulista, disseram que deixarão o cargo em abril os ministros Leonardo Picciani (Esporte), Osmar Terra (Desenvolvimento Social), Marx Beltrão (Turismo), Fernando Coelho Filho (Minas e Energia), Aloysio Nunes (Relações Exteriores), Ricardo Barros (Saúde) e Blairo Maggi (Agricultura).

 

O presidente Michel Temer passou a trabalhar com a possibilidade de antecipar as trocas do primeiro escalão depois que dois ministros pediram demissão em uma semana: Ronaldo Nogueira (Trabalho) e Marcos Pereira (Indústria e Comércio Exterior).

 

A expectativa era de que eles pedissem exoneração em abril, quando a legislação eleitoral obriga que candidatos deixem cargos no Executivo, mas ambos alegaram que precisavam sair para organizar suas campanhas. Nogueira, que é deputado pelo PTB do Rio Grande do Sul, pretende se candidatar à reeleição. Pereira, presidente nacional do PRB, quer disputar uma vaga na Câmara por São Paulo.

 

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