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Motoristas do Uber ocupam Casa de Leis para reivindicar alterações no decreto

Prefeitura suspendeu por 180 dias lei para funcionamento da categoria

Flavia Andrade
Capital News

Anderson Ramos/Capital News

Motoristas do Uber ocupam Casa de Leis para reivindicar alterações no decreto

Prefeitura suspendeu por 180 dias lei para funcionamento da categoria

Sessão ordinária da Casa de Leis nesta terça-feira (7), foi marcada por impasse entre vereadores e prefeitura, uma vez que a maioria dos mesmos discorda do fato de limitar o número de motoristas de aplicativos, sendo que isso foge a regra de gerar empregos e dar oportunidade de melhoria de vida para a população, que é uma das propostas de trabalho da maioria dos vereadores. Representantes das Associações dos Motoristas de Aplicativos, reivindicaram pontos no decreto que limitam o trabalho da categoria.

 

Além dos impasses entre vereadores e prefeitura, os presidentes das Associações que representam a categoria, também discordam em alguns pontos, uma vez que uma concorda com a regularização e outra discorda do mesmo. As alegações envolvem limites de tempo de carro, pagamento de impostos, documentação, entre outros.

 

De acordo com o presidente da Comissão Permanente de Transporte e Trânsito, vereador Junior Longo, “agora começa a ser feito o procedimento correto para a implantação de um possível decreto, vamos ouvir os motoristas e a população, coletar dados e montar o relatório com o que for apurado pela Casa de Leis, para encaminhar ao Executivo, para que exista um consenso. Conforme o que eu já disse anteriormente a vocês, a comissão está usando de princípios e regras de consenso entre os colegas, para agilizar o processo. Critiquei o decreto quando ele foi publicado, apresentado e agora concordamos com a suspensão, e recebemos o encaminhamento para que sejam realizadas as audiências para os ajustes e correções”, afirma vereador.

Segundo vereador Vinicius Siqueira, que pediu a Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) relatório sobre alvarás de táxis, “foi possível ver que existe uma única pessoa com grande quantidade de alvarás. Se tiver que limitar, tem que começar por aí, pois os aplicativos que hoje são 8 na cidade, estão desafogando as esperas da população, e diminuindo o valor do serviço, pois corridas que de táxi custam 40 reais, passam a custar de R$15 a R$20 pelos aplicativos. Assim como em horas de grande movimento, os usuários não ficam muito tempo na espera, uma vez que falta táxi suficiente para atender a população”, pontua Siqueira.

Já para Chiquinho Telles, líder do prefeito na Câmara, “há males que vem para o bem, a suspensão deu a oportunidade de ouvir a todos, e vamos auxiliar o prefeito no decreto, não podemos fazer a lei, mas podemos ajudá-lo. Estamos tentando renovar a discussão que era para ter começado no ano passado, o prefeito estava sendo pressionado para a criação do decreto, mas agora a Casa de Leis irá colaborar e o prefeito irá ouvir os vereadores sobre os dados que forem coletados nas audiências”, concluiu Chiquinho.

Anderson Ramos/Capital News

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