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Quarta-Feira, 19 de Abril de 2017, 10h:55
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Vice-prefeito de Paranaíba afirma que não sancionará reajuste da classe política municipal

Vereadores aprovaram aumento de 31,7% para todos os cargos políticos da cidade

Gian Nascimento
Capital News

Talita Matsushita/JPNews

Vice-prefeito de Paranaíba afirma que não sancionará reajuste da classe política municipal

Cesinha Leal afirmou que este não é o momento para um reajuste

O vice-prefeito de Paranaíba, Cesinha Leal, afirmou que irá vetar a proposta de reajuste da classe política em 31,7% aprovada na última segunda-feira (17) em caráter de urgência pelos vereadores do município. Leal exerce a função já que o prefeito Ronaldo Maziara está em viagem.

Segundo o prefeito em exercício, a votação o pegou de surpresa e não será aprovada pois não é o momento correto para isso. “Eu sou contra esse reajuste nesse momento. Reajuste salarial é justo para qualquer categoria, mas, nesse caso não é o momento. Eu, como prefeito em exercício, vou vetar o reajuste, e espero e acredito que o prefeito Ronaldo Miziara, que está em viagem, pense da mesma forma”, afirmou Cesinha à Rádio Cultura FM de Paranaíba.

Com o veto, o projeto retorna à Câmara que, em sessão, pode derrubar o veto e restabelecer a validade dos reajustes. Para que isso não ocorra, Leal fez um apelo aos parlamentares. “Eu peço que os vereadores, os quais eu admiro e tenho um bom relacionamento, repensem esse projeto e não derrubem o veto. Nesse momento de crise, Paranaíba precisa que mostremos resultados, que trabalhemos juntos pela população, por emprego, por melhorias.”, disse.

A aprovação do projeto foi quase unânime, já que apenas o vereador Carlos Renato Rios, o Corujinha (PR/MS), votou contrário. Desta forma, o salário do prefeito passaria de R$ 17.990 para R$ 23.420; o do vice de R$ 7.126 para R$ 9.276; os salários dos secretários passariam de R$ 6.990 para R$ 9.100 e vereadores que recebem R$ 6.012 podem passar a receber R$ 7.832 além de diárias e ajudas de custo.

O reajuste causou revolta na cidade, com vários moradores criticando a aprovação de um percentual tão acima das demais categorias de trabalhadores.

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