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Quinta-Feira, 22 de Novembro de 2018, 10h:34
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Governador participa de lançamento de programa de incentivo à bovinocultura do MS

Evento será realizado nesta quinta-feira no auditório da Famasul

Leonardo Barbosa
Capital News

Divulgação/Assessoria

Centro de Excelência em Bovinocultura de Corte do Senar será inaugurado em Campo Grande

Cerimônia acontecerá às 11h15, no auditório da Famasul, em Campo Grande

Nesta quinta-feira (22), no auditório da Famasul, o governador Reinaldo Azambuja assina o decreto do Programa de Avanços na Pecuária de Mato Grosso do Sul (PROAPE), que institui o subprograma “Carne Sustentável e Orgânica do Pantanal”, em Mato Grosso do Sul. Trata-se de incentivo da administração estadual para fomentar a produção da bovinocultura de corte Pantaneira. O ato terá a presença do presidente da Famasul, Maurício Saito e demais representações da classe produtora rural do Estado.

 

“É uma iniciativa para darmos mais competitividade ao produtor do Pantanal e incentivarmos a pecuária bovina de baixo impacto ambiental. É, ainda, uma ferramenta fundamental para mantermos o alto nível de preservação do nosso bioma e estimularmos a atividade econômica focando na rentabilidade do homem pantaneiro”, comenta o secretário Jaime Verruck, da Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar).

 

O titular da Semagro fará a apresentação do “Carne Sustentável e Orgânica do Pantanal”, demonstrando o leque de oportunidades, sob o ponto e vista do desenvolvimento sustentável, que serão proporcionadas por essa nova modalidade de incentivo na pecuária. Jaime Verruck, juntamente com o secretário Guaraci Fontana, da Sefaz (Secretaria de Fazenda) também assina a Resolução Conjunta Sefaz/Semagro, com as normativas especificas do subprograma de Apoio à Produção de Carne Sustentável e Orgânica do Pantanal.

 

Aos moldes de outras ações do PROAPE, os produtores da região pantaneira que aderirem ao subprograma Carne Sustentável e Orgânica do Pantanal recebem isenção de impostos. A redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) pode chegar a 50% na produção de carne sustentável e a 67% na produção orgânica.

 

Entre os benefícios dessa modalidade de produção estão a valorização do homem pantaneiro, com a tradição de processos produtivos que historicamente preservam o Pantanal; o bem-estar animal registrado em todas as fases do processo produtivo; a responsabilidade ambiental com a conservação da biodiversidade e do ecossistema; e a responsabilidade social, registrada com a carne livre de resíduos químicos e que atende a consumidores comprometidos socialmente.

 

 

De acordo com a Associação Brasileira de Produtores Orgânicos (ABPO), 22 produtores rurais do Pantanal produzem carne orgânica e abatem cerca de 1.000 cabeças por mês.

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