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Microrregiões de MS são destaques na produção leiteira

No mesmo período do ano passado, a cotação atingiu o valor máximo de R$ 1,27 com valorização de 4,2%

Flavia Andrade
Capital News

divulgação/Famasul

Manejo e ordenha correta são essenciais para produção de qualidade

No mesmo período do ano passado, a cotação atingiu o valor máximo de R$ 1,27 com valorização de 4,2%

 

A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul) acaba de finalizar um importante levantamento econômico e de produção sobre as principais cadeias produtivas de Mato Grosso do Sul, dos últimos 40 anos.

 

O material faz parte de um anuário elaborado com a finalidade de apresentar aos produtores rurais, profissionais do setor, pesquisadores, lideranças, jornalistas e entidades representativas, o desenvolvimento do Agro a cada ano.

Dentre os destaques está à bovinocultura de leite nas microrregiões de Iguatemi, município localizado na região do extremo sul do Estado, e Campo Grande, compostas por 21 municípios. Nas duas, o estudo observou que, mesmo com as dificuldades enfrentadas pelos produtores para se manter na atividade, a evolução de produção juntas somam um crescimento percentual de 59,8%, no mesmo período da análise. O volume produzido atingiu 520 milhões de litros no Estado em 2015, resultando em R$ 444 milhões.

De acordo com o presidente do Sistema Famasul, Mauricio Saito, “Ao observar o aumento no desempenho do volume produzido, conferimos que os produtores têm se empenhado e também investido em gestão. O desafio, certamente, é aumentar a produtividade e a rentabilidade, o que exige tecnificação e, cada vez mais, gerenciamento”, pontua.

Para a analista do Departamento de Economia do Sistema Famasul, Eliamar Oliveira, “Em 2016 houve um cenário atípico: apesar do aumento expressivo na cotação deste segmento, superando o cenário que naturalmente já ocorre no período de inverno em razão da queda na oferta.

 

Entretanto, o produtor teve sua rentabilidade comprometida, devido à falta de milho para produção de ração que elevou os custos produtivos. No ano passado, a cotação paga ao produtor chegou ao máximo de R$ 1,27. Até o mês de maio houve uma valorização de 4,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, o que demonstra um melhor planejamento do bovinocultor de leite” conclui.

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