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Sexta-Feira, 03 de Março de 2017, 11h:51
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Audiência pública sobre Influenza e Leis tem intenso debate na Casa de Leis

Comissão de Saúde comandou a audiência com presença de secretarias, vereadores e deputado estadual

Flavia Andrade
Capital News

Deurico/Capital News

Audiência pública sobre Influenza e Leis tem intenso debate na Casa de Leis

Objetivo segundo Comissão Permanente de Saúde, é esclarecer sobre a campanha a população e fazer cumprir a lei

Na manhã desta sexta-feira (3), foi realizada audiência pública sobre influenza e leis, no plenário Oliva Enciso, da Câmara Municipal de Campo Grande, onde a Comissão Permanente de Saúde, representantes das secretarias estadual e municipal, vereadores e do deputado estadual,Paulo Siufi, debateram assuntos relacionados a vacinação.

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Vereador Enfermeiro Fritz, diz que a audiência é para dar conhecimento a população e fazer o cumprimento da lei pela prefeitura

 

Para o vereador Enfermeiro Fritz, membro da Comissão Permanente de Saúde, “o objetivo da audiência é muito claro, para que a população tenha conhecimento da metodologia, dos grupos de risco e das condições do município, com relação ao cumprimento das normas ministeriais. Existe uma pré-disposição para alguns grupos com maior incidência de óbitos, e esses grupos pelas pesquisas ministeriais, são bem claros e eles vão sendo ampliados a medida que são feitas novas pesquisas e que vão existindo recursos para que sejam adquiridas essas vacinas. A discussão que estamos construindo aqui, é de como o município irá contemplar esses outros grupos que são beneficiados por leis municipais. A questão hoje é a situação financeira do município, para contemplar esses grupos, a fonte a ser utilizada terá que ser a 01 do município e pela prestação de contas, sabemos que não há recursos para isso”, afirma vereador Fritz.

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Deputado estadual, Paulo Siufi, autor da lei, participou da audiência pública na intenção de fazer cumprir a lei pela prefeitura

 

De acordo com o deputado estadual, Paulo Siufi, o qual, a lei municipal é de sua autoria criada quando ainda era vereador, “há 3 anos atrás contemplávamos a classe dos educadores, e hoje eles já entram no grupo elegível para tomar essas vacinas. O sonho de todo mundo seria ter direito as vacinas, mas enquanto o Ministério da Saúde, não disponibilizar vacinas para todos, temos que elencar os grupos de risco, de pessoas que estão em maior contato com a população. Todos os anos

sobram vacinas e se sobram, porque não fazê-las nos grupos mais sucetíveis? Aguardamos os resultados das investigações com relação aos anos anteriores, mas se sobram, porque não fazê-las. A lei deve ser cumprida, e vamos fazer por onde, eu tenho certeza de que o prefeito Marquinhos Trad, quer cumprir a lei, e se não houver por onde irá fazer a suplementação, para que seja autorizada pela Casa de Leis”, pontua Siufi.

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Mariah Barros, diz que o objetivo principal é a transparência na administração das vacinas.

 

A Coordenadora de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde, Mariah Barros diz que “esse ano, os professores foram realmente incluídos dentro da população elegível, pelo Ministério da Saúde, para serem imunizados, estamos trabalhando para que todos sejam atendidos. Estaremos solicitando a Secretaria de Educação, a relação dos professores, da quantitativa, para que possamos trabalhar estatisticamente, fazendo previsão, para que possamos atender essa população. Um dos nossos objetivos aqui é mostrar como será essa estratégia, para que possamos ter um controle maior, um registro sobre a utilização e a pessoa que está sendo imunizada. Queremos trabalhar o mais próximo da transparência, o que recebemos, como estamos aplicamos e em quem estamos aplicando. O Ministério da Saúde faz o repasse para o Estado e o Estado repassa para o Município, e é com essa quantidade que iremos trabalhar”, conclui Mariah

Barros.

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Andressa Delucca, secretária Adjunta da Sesau, pontua dificuldades para a campanha de vacinação

 

Segundo Andressa Delucca, secretária Adjunta da Secretaria Municipal de Saúde, “do ponto de vista financeiro hoje, a prefeitura sofre com o orçamento limitado, é claro que a Secretaria de Saúde está fazendo o planejamento para atender toda a legislação do município e o cronograma da saúde que temos que cumprir. Se não houver saída, estamos trabalhando para uma suplementação orçamentária, para que possamos atender todos os grupos. A logística é uma das dificuldades que temos, pois são vários pontos que demandam tempo e temos um prazo para cumprir o período de risco, mas dependemos de diversos setores, para que possamos executar a campanha. É sempre possível realizar a inclusão no orçamento da Secretaria, porém, temos que ter consciência de que são várias áreas que temos que cumprir, e que muitas vezes precisamos tirar de uma área para atender outra, temos que fazer isso com consciência. Temos R$ 35 milhões mensais de repasses, com folha são R$31 milhões e com R$ 6 milhões temos que atender vários setores, e como vamos fazer isso, dentro dos recursos financeiros que temos. Com isso, precisamos estudar para que não temos maiores problemas na saúde”, conclui Delucca.

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