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Segunda-Feira, 01 de Outubro de 2018, 14h:35
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Começa em todo país o Outubro Rosa

Campanha tem como objetivo conscientizar mulheres sobre a prevenção e enfrentamento à doença

Flávio Veras
Capital News

 

Divulgação/Assessoria

Secretaria de Saúde começa comemorações do Outubro Rosa

Diagnóstico no estágio inicial aumentam as chances de cura

O País dá início à campanha mundial Outubro Rosa nesta segunda-feira (1º). O objetivo da campanha é o enfrentamento e a conscientização da doença, aumentando as chances de cura e reduzindo a mortalidade por meio do diagnóstico precoce, já que no estágio inicial as chances de cura são maiores. 

 

Durante todo mês de outubro, diversas instituições, públicas e privadas, disponibilizam exames gratuitos para encorajar as mulheres a tratar qualquer problema precoce. Segunda a Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul, em 2016, o câncer de mama matou 180 mulheres no estado, 87 só em Campo Grande. 

 

O segundo tumor mais comum entre o sexo feminino, no Brasil e no mundo, apresenta incidência de 830 novos casos da doença no Estado para cada 100 mil habitantes, conforme estimativa 2018 e 2019, publicada pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca). 

 

Brasil

Estima-se que no País surjam 57.900 novos casos de 2018 a 2019, de acordo com dados do Inca. Em 2016, mais de 16 mil mulheres morreram vítimas de câncer de mama no Brasil, segundo dados do Datasus. O câncer de mama também pode acometer homens, porém é raro, representando apenas 1% do total de casos da doença.

 

Nas mulheres o câncer é mais comum após os 35 anos, especialmente, depois da faixa etária dos 50. Estatísticas indicam aumento da doença nos últimos anos, tanto em países desenvolvidos, como nos países em desenvolvimento. Existem vários tipos de câncer de mama. Alguns evoluem de forma rápida, outros não. A maioria dos casos tem bom prognóstico.

 

 

Com o objetivo de aumentar o diagnóstico precoce da doença, o Ministério da Saúde, por meio do Inca, recomenda a realização periódica do exame de mamografia (a cada dois anos ou conforme critério médico), a mudança de hábitos alimentares, a prática de atividades físicas, além de evitar o consumo de álcool e cigarro.

 

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