Campo Grande/MS, Terça-Feira, 24 de Outubro de 2017 | 00:55
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Deputado federal, engenheiro civil e ex-secretário, Edson Giroto (PMDB) parece bem à vontade e com a mesma certeza de qualquer candidato a prefeito de Campo Grande: de que será eleito. A entrevista a poucos dias do pleito é feita em uma sala na VCA, empresa contratada para fazer a campanha do peemedebista. Na conversa de 20 minutos, ele surpreende, fala sobre ter feito "militância da esquerda" e promete implantar "o maior programa social já visto". Antes de a entrevista começar, o candidato faz questão de falar sobre o ritmo acelerado da campanha, que acorda cada vez mais cedo e dorme tarde, e que a missão dele é "trabalhar, trabalhar e trabalhar". Objetivo, Giroto dá respostas curtas e diretas, mas não parece apressado. É o estilo dele. Ele fala sobre as administrações estadual e municipal da qual participou, promete construir 15 mil casas, cinco escolas de tempo integral e sete centros "Coração de Mãe", para dar aulas complementares às crianças. Militante da esquerda Logo o candidato também mostra o lado pouco conhecido. Promete implantar "o maior programa social já visto" e diz, em um dos pontos altos da entrevista, que nenhum dos candidatos a prefeito de Campo Grande "militou política estudantil e política da esquerda" como ele. "Eu sou um democrata convicto. Eu digo que ninguém militou política estudantil e política da esquerda, como eu militei, dos candidatos que estão aí. Nenhum deles, nenhum, militou da forma como eu militei, diretamente ligado nos movimentos estudantis", afirmou. A declaração é dada quando questionado se, caso eleito, irá opinar sobre a escolha do futuro presidente da Câmara Municipal. A resposta, claro, é de que não. E é enfática. "Não vou interferir de forma alguma. Não posso interferir. Não devo interferir e não vou interferir". http://www.capitalnews.com.br/conteudo.php?cid=238004
Na entrevista feita a menos de 15 dias da eleição, em um escritório de advocacia, o candidato a prefeito de Campo Grande Alcides Bernal (PP) fala sobre suas propostas para as mais diversas áreas, entre elas saúde, educação e transporte público. Logo após aparecer na liderança na última pesquisa de intenção de votos, Bernal parece ter assumido uma postura de cautela, principalmente em relação a pontos polêmicos, mas não foge das perguntas e responde tudo com clareza. Os assessores afirmam que ele é muito acessível, mas a correria de campanha não dá trequa. Das entrevistas com os candidatos a prefeito de Campo Grande, foi a mais difícil de ser marcada. Por problemas de agenda do progressista, a entrevista demorou semanas para ser finalmente ser realizada. Durante a conversa de 30 minutos com o Capital News, o telefone dele toca pelo menos três vezes, mas nem isso atrapalha a concentração do candidato, que nunca perde a linha de raciocínio. Bernal é radialista, advogado, deputado estadual e ex-vereador. O candidato afirma que, se for eleito, irá dialogar com todos os novos vereadores. Com relação a Santa Casa, ele argumenta que, se for eleito, irá estudar "a miúdo" o hospital, e em relação à área de educação, ele promete construir uma escola de tempo integral para cada região da cidade. Bernal fala ainda sobre qual será o papel do vice dele, Gilmar Olarte. Ele contou também sobre a decisão de sair candidato a prefeito, mesmo diante da resistência de lideranças do próprio partido (PP) e da decisão do presidente do PSD, Antonio João Hugo Rodrigues, de desistir da vaga de vice na oposição para apoiar o candidato Edson Giroto (PMDB). http://www.capitalnews.com.br/conteudo.php?cid=237904
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