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“Coronavírus deve chegar ao Brasil, mas não há motivo para pânico” diz cientista

Por Marco Eusébio

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Peter Ilicciev/Divulgação

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Rivaldo Venâncio, coordenador de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência da Fiocruz: 'Não seremos pegos de surpresa'

"Considerando a grande circulação de pessoas entre os continentes, é bastante provável que esse vírus chegue ao Brasil. Mas é importante que a população saiba que a identificação do novo coronavírus no país não deverá ser motivo para alarde ou pânico", afirmou o cientista da Fundação Osvaldo Cruz, Rivaldo Venâncio da Cunha, sobre a variação do coronavírus que está se espalhando da China para vários países. Rivaldo, que comandou a Fiocruz em Mato Grosso do Sul e é o atual coordenador Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência da fundação, disse em entrevista no Rio ao O Globo que a Fiocruz mantém contato permanente com o Ministério da Saúde para acompanhar o cenário epidemiológico do novo coronavírus.

"Temos um laboratório que é referência nacional para diagnóstico laboratorial de vírus respiratórios. E temos dois institutos nacionais, também de referência, para atendimento a pacientes, além de um centro de saúde voltado para a atenção básica. Toda essa nossa capacidade poderá ser acionada na eventual chegada do vírus, seguindo os protocolos definidos. Não seremos pegos de surpresa". O cientista explicou: "Como acontece com todos os vírus respiratórios, há sempre uma quantidade muito grande de casos leves e moderados. Acreditamos que, a exemplo do que acontece com outros tipos de coronavírus, o comportamento permaneça o mesmo. Ou seja, muitos casos leves a moderados e as formas mais graves da doença acometendo àquela população que já faz parte dos grupos considerados mais vulneráveis a doenças respiratórias, como idosos, crianças, gestantes, pessoas com doenças crônicas ou com imunodeficiência".

Rivaldo, que nos dias 30 e 31 estará palestrando no Sindicato dos Médicos (Sinmed-MS) em Campo Grande sobre "Atualização em Manejo Clínico da Dengue e Chikungunya", acrescentou: "A recomendação é que esses grupos potencialmente mais vulneráveis às formas graves da doença estejam mais atentos às manifestações clínicas. É importante destacar que todas as medidas estão sendo tomadas, os cenários estão sendo permanentemente avaliados pelo Ministério da Saúde e órgãos competentes e há grupos na rede pública dedicados ao acompanhamento dessa situação". Leia aqui a íntegra da entrevista no site do O Globo.

 

 

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