
Divulgação/Arquivo
Depois de o jornal O Globo anunciar hoje novo encontro de Waldemir Moka com o governador de Pernambuco e presidenciável Eduardo Campos (PSB) em Brasília e colocar o senador como pré-candidato do PMDB para a sucessão do governador André Puccinelli em Mato Grosso do Sul (leia abaixo), ignorando os dois pré-candidatos apregoados pela sigla na imprensa estadual - Nelsinho Trad e Simone Tebet - o pré-candidato do PT ao governo, Delcídio do Amaral, ironizou a indefinição dos adversários para enfrentá-lo.
Em postagem nesta manhã no Twitter e no Facebook, o petista escreveu:
– "Tá resolvido! Mato Grosso do Sul terá 6 candidatos a governador: 3 do PMDB, 1 do PSB (também do PMDB), 1 do PSDB e, por último, 1 do PT. Como podem ver, cenário muito bem ´planejado` e ´definido`."
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Cotado a enfrentar Delcídio em 2014, Moka admite apoio a Eduardo Campos diz O Globo
Waldemir Moka (PMDB-MS) é um dos senadores convidados para jantar carne seca e lagosta na noite de hoje com o presidente e presidenciável do PSB Eduardo Campos (PE) na casa do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE). A informação é do jornal O Globo, que volta a repetir hoje que Moka deve ser o candidato do PMDB ao governo de Mato Grosso do Sul contra o senador petista Delcídio do Amaral (juntos na foto).
Moka disse ao jornal fluminense que o Planalto passou a prometer uma solução para o impasse que está levando o grupo do governador André Puccineli (PMDB) aos braços de Eduardo Campos, desde que começaram a correr informações sobre os encontros deles com o presidente do PSB. "Ele deve ser candidato ao governo contra o senador Delcidio Amaral, pré-candidato do PT. Mas ele não acredita numa solução, já que Delcidio não aceitaria palanque duplo", diz O Globo.
– "Aqui em Mato Grosso do Sul é outro Rio de Janeiro. Interlocutores do Planalto estão dizendo que vão encontrar uma solução para palanque único, mas isso é muito pouco provável. Então nossa alternativa pode ser Eduardo Campos", afirmou Moka ao jornal.
Além de Moka, o jantar deve reunir outros senadores do chamado grupo independente - do PMDB, PDT, PP e DEM - como Ricardo Ferraço (PMDB-ES), Luis Henrique (PMDB-SC), Casildo Maldaner (PMDB-SC), Cristovan Buarque (PDT-DF), Pedro Taques (PDT-MT), Ana Amélia (PP-RS), Waldemir Moka (PMDB-MS) e Jayme Campos (DEM-MT). Blairo Magi (PR-MT) foi convidado, mas viajou para a China.
O jornal diz ainda que os senadores Luis Henrique e Casildo Maldaner também teriam sido pressionados pelo Planalto a não comparecer ao jantar. Luis Henrique chegou a cancelar sua ida, mas depois confirmou a participação no encontro com Eduardo Campos na casa de Jarbas. "Como é possível um senador ser censurado pelo Planalto? Isso é política de coronel", reagiu Jarbas Vasconcelos.
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