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Flávio Dino sobre as eleições de 2022: “Luto para que Lula e Huck estejam juntos”

Por Marco Eusébio

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Depois de seu partido apoiar o PT em 2018 com Manuela D'Ávila vice de Fernando Haddad e ver a Presidência ser conquistada por Jair Bolsonaro, o governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB) defende uma ampla aliança para a esquerda não ficar isolada nas eleições de 2022. Indagado sobre quem escolheria entre Lula e Luciano Huck, Dino afirmou à BBC Brasil: "Eu espero e luto para que seja possível em 2022 uma articulação em que, se não no primeiro turno, mas pelo menos no segundo, todos estejam juntos. Eu acredito nisto". Dino tem trabalhado para construir uma aliança de "pensamentos liberais, mais pró-mercado" e, conforme a BBC, o comunista teve encontros separados em janeiro com os ex-presidentes Lula (PT) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB), com o apresentador de TV Luciano Huck e mantém diálogo frequente com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

 

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Datena dispensa apoio de Bolsonaro e fala em ser vice da chapa do PSDB em SP

Kelly Fuzaro/Band Divulgação

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Bolsonaro 'pode apoiar outra pessoa' para a Prefeitura de São Paulo, diz Datena. E acrescenta: 'está liberado'

Sempre citado para ser candidato nas últimas eleições, o apresentador de TV José Luiz Datena disse ao Estadão que, embora Jair Bolsonaro tenha cogitado apoiá-lo caso resolva disputar a Prefeitura de São Paulo neste ano, ele estuda se filiar ao MDB e sair candidato a vice na chapa do prefeito Bruno Covas (PSDB) que disputará a reeleição apoiado pelo governador tucano João Doria, adversário do presidente. Datena afirmou que já falou a Bolsonaro "que ele está completamente liberado de me apoiar". "Ele pode apoiar outra pessoa", reforçou. "É difícil eu não sair candidato a alguma coisa em São Paulo. Por isso a possibilidade de vice. Eu nunca estive tão próximo de ser candidato", acrescentou Datena. "O meu compromisso seria com o Bruno, que é um cara que desenvolvi uma amizade muito rápida. Ele é um bom cara. Nós não avançamos, mas é uma possibilidade. A maior probabilidade é de que eu saia candidato pelo MDB. Vou me filiar após o carnaval". Veja aqui a íntegra da entrevista no site Estadão.

 

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Kajuru questiona governo Bolsonaro: 'Davi Alcolumbre é mais importante do que eu?'

Jefferson Rudy/Agência Senado

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Senador Kajuru usou a tribuna do Senado hoje para questionar liberação privilegiada de verbas a região de Alcolumbre

"Por que, governo Bolsonaro, um senador tem esse direito e os outros não têm? Quer dizer, então, que Davi Alcolumbre é mais importante do que eu? Para mim, todo mundo aqui era igual" disse o senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) quinta (20) na tribuna do Senado ao comentar a liberação de verba extra do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) no fim de 2019 divulgada pelo site O Antagonista informando que "R$ 3,8 bilhões alocados em PLNs e aprovados numa série de rápidas votações já saíram do MDR nos últimos dias do ano passado carimbado por caciques partidários em convênios direcionados a atender interesses paroquiais, como revitalização de praças, pavimentação de ruas e construção de pontes". O site acrescenta: "Esses convênios foram negociados diretamente no ministério pelo grupo de líderes partidários ligados preferencialmente a Davi Alcolumbre – sem critério conhecido e em detrimento da maioria dos parlamentares".

 

 

 

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