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Como a conectividade tem transformado o mercado de automóveis no Brasil

Por Gustavo Torniero

Da coluna Tecnologia
Artigo de responsabilidade do autor

Segurança, manutenção, autonomia, o que a conectividade oferece ao mundo automobilístico

Divulgação

ColunaTecnologia

O mundo está conectado e isso não é diferente no universo dos automóveis. Se na fórmula 1 a telemetria é item indispensável, para a indústria de aluguel de carros no RJ a conectividade faz toda diferença, por isso as empresas estão atentas em oferecer o melhor aos seus clientes.

A internet das coisas em veículos oferece em tempo real dados mecânicos, distância, condições de peças e componentes e traçam as melhores rotas. De acordo com especialistas, o conceito de carro conectado, é o assunto mais comentado das principais feiras voltadas ao consumidor no mundo, como a Consumer Electronics Show – CES.

Os pontos abordados vão das funcionalidades que vão oferecer carros cada vez mais autônomos e seguros, bem como à segurança e privacidade de dados gerados pelos veículos.

Na Europa, alguns modelos de carros top de linha já saem de fábrica conectados para a transmissão de informações para manutenção. A indústria automobilística já percebeu que a tecnologia pode ser aprimorada com a experiência do usuário, o que torna os carros cada vez mais inteligentes.

A Volvo, por exemplo, já dispõe um recurso que conecta o serviço de emergência automaticamente em caso de acidente. Conforme divulgado na Imprensa especializada, na Alemanha, alguns veículos se conectam com os semáforos para reduzir a velocidade automaticamente e chegar ao sinal verde. Já a conexão ao smartphone exibe ao motorista dicas de lazer e gastronomia próximos de onde ele está.

No Brasil, já existe uma tecnologia  disponível para a maioria dos veículos fabricados a partir do ano de 2010. A wings, empresa nacional, produz centrais multimídias, sistemas de automação para vidros e travas e, desde 2016, investe em inteligência artificial com o objetivo de colocar a internet das coisas no setor automotivo. Isso é feito por meio de um sensor, que é conectado na porta de conectividade do carro. O sensor capta informações, como condições de peças e ritmo de consumo de combustível. Todos esses dados são usados para identificar problemas mecânicos no carro e até mesmo antecipar possíveis falhas.

Segundo a empresa, as informações são exibidas diretamente no smartphone do usuário, que também tem acesso a outras funções, como limitar a velocidade máxima do carro, a área em que ele pode circular e funções de segurança, que avisam caso alguém tente arrombá-lo, por exemplo.
A wings destaca que as aplicações desse “carro inteligente” não se limitam ao consumidor final. Barros cita que a tecnologia é especialmente interessante para negócios do setor, como concessionárias.

De acordo com a Wings, o Vai pode se mostrar uma ferramenta de pós-venda importante. Com ele, a concessionária seria capaz de identificar problemas no veículo e oferecer serviços de assistência técnica com maior eficiência.

Apesar desse compartilhamento de informações, a empresa garante que a privacidade do cliente é preservada.

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