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Pesquisa do Governo Federal aponta tendência na retomada do mercado de aviação

Por Raphael Granucci

Da coluna Viagens
Artigo de responsabilidade do autor

Quase 29% dos entrevistados que pretendem voar ainda em 2020 já estão com as passagens compradas

Divulgação

ColunaViagens

A maioria dos brasileiros pretende viajar de avião nos próximos meses. Esses  53,6% já possuem planos traçados, independentemente da descoberta e distribuição da vacina de Covid-19. O dado é referente ao levantamento da Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC) do Ministério da Infraestrutura, feito em agosto, com 1.042 participantes.


Entre os entrevistados com planos de voar ainda em 2020, um quarto afirma que já quer entrar em um avião em menos de um mês, enquanto a outra parte deixa em aberto entre três e seis meses. De forma mais ampla e com todos os entrevistados, 28,5% dos respondentes já estão com as passagens compradas e 27,2% mentalizam que, caso surja alguma promoção, irão garantir a compra. Outros 21,3% relatam que estão receosos e querem pensar nas passagens quando a data da viagem estiver mais próxima. O restante não pensou sobre a possibilidade ou espera uma melhora no quadro do coronavírus antes de decidir.


Com a pesquisa, o Governo Federal espera detectar o momento em que o mercado de aviação vive e quais as tendências de retomada. Inicialmente previsto para a divulgação mensal até o final de 2020, o relatório auxilia na demarcação de demandas dos consumidores, como preços das passagens aéreas. Cerca de 47% dos entrevistados, embora não tenham pretensão de viajar de avião pelos próximos seis meses, afirmam que mudariam de ideia se os preços fossem mais atrativos.

Segurança
Desde a retomada dos voos, o foco do público sobre o setor de turismo está sobre a segurança dentro dos aviões. Há procedimentos próprios de cada país, companhia aérea e aeroporto para promover uma viagem sem riscos, como medição de temperatura, vendas pela internet e testes rápidos feitos no embarque. Neste caminho, a fabricante de aviões Boeing instalou um bastão de luz ultravioleta, capaz de eliminar 99% dos vírus presentes na superfície.


Para definir o protocolo sanitário brasileiro, a Vigilância Sanitária (Anvisa), a Aviação Civil (Anac) e a SAC orientaram as agências de aviação, que precisaram submeter as documentações à Anvisa e aos governos de nível estadual, responsáveis pela liberação.


"Os dados da pesquisa indicam que é necessário ao setor aéreo investir cada vez mais em tecnologia, estabelecer novos procedimentos e dar visibilidade às medidas de segurança sanitária, para que os passageiros se sintam seguros em voltar a voar", disse o secretário nacional de Aviação Civil do Ministério da Infraestrutura, Ronei Glanzmann.

 

 

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