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Quarta-Feira, 13 de Fevereiro de 2019, 17h:34
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Abaixo-assinado contra reajuste na tarifa de energia chega a 30 mil em MS

Assinaturas estão sendo coletadas em todo o Estado

Caroline Carvalho
Capital News

Divulgação/EnergiaCaraNão

Abaixo-assinado contra reajuste na tarifa de energia chega a 30 mil em MS

Venício Leite, idealizador do movimento Energia Cara Não, mostra abaixo-assinado aos parlamentares da Assembleia Legislativa

Criado pelo movimento “Energia Cara, Não”, o abaixo-assinado que pede a revisão dos valores cobrados na contas de energia elétrica, que tiveram reajustes considerados abusivos nos últimos meses, já ultrapassa as 30 mil assinaturas. O projeto, encabeçado pelo empresário Vinício Leite, deve levar o documento à sede da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) ainda este mês. 

 

O líder do movimento esteve na Assembleia Legislativa na manhã desta quarta-feira (13), e pediu o empenho dos parlamentares da Casa para impedir que os consumidores da capital e do interior do estado sejam lesados. “Diariamente nos chegam denúncias de todos os cantos do Estado. São milhares de famílias que imploram por ajuda porque estão sendo extorquidas com essas contas absurdas que subiram de um mês para outro em mais de 100, 200, 500%”, argumentou

 

O líder do movimento ocupou a tribuna da Assembleia a pedido do deputado Felipe Orro (PSDB). “De janeiro a dezembro de 2018, houve reajuste de 49% na tarifa de luz. O valor autorizado pela Aneel era um pouco mais de 10%”, disse na ocasião. Leite ainda ressaltou que haverá pedido de aferimento dos medidores de luz, pois segundo ele, pode estar havendo diferença na leitura, com relação aos relógios antigos. 

 

Segundo ele, as assinaturas continuam sendo coletadas em pontos estratégicos de Campo Grande e do interior do estado e também podem ser feitas através da página do movimento no Facebook. O abaixo-assinado, relativo a todas as sucursais da Energisa em Mato Grosso do Sul, solicita à Aneel auditoria e suspensão das cobranças, bem como a garantia da manutenção do fornecimento de energia elétrica enquanto não houver resolução da questão. 

 

Toda a documentação sobre o assunto, inclusive os abaixo-assinados, segundo Vinício Leite, será levada pessoalmente por ele, com o respaldo de parlamentares da bancada do Estado, ao presidente da Aneel, André Pepitone da Nobrega, provavelmente no final de fevereiro. 

 

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