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Quinta-Feira, 24 de Janeiro de 2019, 18h:52
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Brewpubs: empresários pedem apoio à Prefeitura para instalação de fábricas de cerveja artesanal

Tratam-se de pequenas fábricas de cerveja artesanal, que fazem a venda no próprio local

Caroline Carvalho, com assessoria
Especial para Capital News

Divulgação/PMCG

Brewpubs: empresários pedem apoio à Prefeitura para instalação de fábricas de cerveja artesanal

Um grupo de cervejeiros artesanais esteve reunido na tarde desta quarta-feira (23) com os secretários Abrahão Malulei Neto, da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (Sedesc), e Luís Eduardo Costa, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Gestão Urbana (Semadur), para discutir estratégias para a instalação de ‘brews pubs’ em Campo Grande.

 

Os bares de vendas de cervejas artesanais de fabricação própria, que na verdade são pequenas indústrias de cerveja, produzidas no próprio local, já são famosos em muitas cidades. Algumas, inclusive, vivem do turismo cervejeiro, como é o caso de Blumenau (SC). 

 

De acordo com Thiago Ferreira Wormsbecher, presidente do Grupo Cervejeiro, o conjunto formado por cerca de dez empresários está buscando apoio para que se construa uma forma mais justa de eles instalarem seus negócios, já que conforme a lei federal, tanto a pequena quanto a grande indústria cervejeira são regidas pelas mesmas regras. 

 

“Nós queremos uma revisão na Lei do uso de Solo de Campo Grande para possibilitar um novo tipo deste empreendimento, que está com bastante destaque no mundo. A vantagem é que você gera duas atividades econômicas no mesmo local, a fabricação e a comercialização do bar. Pelo menos duplica a geração de emprego no mesmo local”, explica.

 

Segundo o titular da Sedesc, Abrahão Malulei Neto, a expectativa é que os empreendimentos tenham um investimento de mais de R$ 12 milhões, com geração de pelo menos 120 empregos. O secretário da Semadur, Luís Eduardo Costa, por sua vez, diz que o momento é oportuno, e não haverá problemas para apoiar o grupo.

 

“Nós temos novas tecnologias que permitem uma produção de uma atividade econômica, com muito menos impacto do que era no passado. E isso tudo a Semadur precisar estar atenta. Então estamos recebendo, junto com a Sedesc, uma atividade nova para poder entendê-la, a sua cadeia inteira, a sua complexidade, a sua questão logística. Temos que entender como ela pode funcionar em harmonia com as outras atividades econômicas próximas, e colocar isso numa legislação”, disse.

 

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