O governador Reinaldo Azambuja avalia e se comprometeu a comunicar até a próxima semana uma decisão do pedido do setor produtivo que aumenta o teto do Simples do Estado de R$ 2,52 milhões para R$ 3,60 milhões. O aumento começaria a valer a partir de 1º de janeiro de 2016. A reunião foi realizada na terça-feira (20), na Governadoria, em Campo Grande. Os representantes da Fiems, Fecomércio, Famasul, Faems, FCDL, Amems e Sebrae/MS participaram da reunião.
De acordo com o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, será determinado um estudo para avaliar o impacto nas contas do Estado. “Reconheço que é uma promessa de campanha e, por isso, vou determinar um estudo por parte da minha equipe técnica para avaliar o impacto dessa medida nas contas do Estado. Sei que se trata de uma medida importante para as micro e pequenas empresas sul-mato-grossenses, porém, isso vem em um momento em que as finanças do Estado passam por uma queda em decorrência da crise econômica nacional. Mesmo assim, faremos o possível para atender ao pleito do setor produtivo”, declarou Reinaldo Azambuja.
Já de acordo com o presidente da Fiems, Sérgio Longen, o aumento do teto do Simples é um compromisso de campanha eleitoral. “Reinaldo Azambuja precisa assinar o decreto até o dia 31 de outubro para que o novo teto começar a valer a partir do próximo ano. Na nossa avaliação, o estímulo à produção certamente compensará perdas momentâneas de arrecadação, como já constatado em outros Estados onde foram adotadas medidas semelhantes, impulsionando o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul e promovendo um diferencial às micro e pequenas empresas estaduais”, disse.
A classe empresarial considera fundamental a ampliação do sublimite de faturamento das empresas para o reconhecimento do ICMS no Simples, pois promoverá a inclusão de camada significativa das empresas. “Hoje, cerca de 130 mil micro e pequenas empresas de Mato Grosso do Sul estão incluídas no Simples e com o aumento do teto para R$ 3,6 milhões outras 60 mil empresas serão beneficiadas no Estado”, reforça.
Também participaram da reunião o presidente da Faems, Alfredo Zamlutti, o presidente da Famasul, Mauricio Saito, o vice-presidente da FCDL, Ricardo Massaharu Kuninari, o presidente do Sindigraf/MS, Julião Gaúna, o presidente da Biosul, Roberto Hollanda, o presidente do Sindivest/MS, José Francisco Veloso Ribeiro, o presidente do Sindical/MS, João Batista de Camargo, o diretor da Fiems, Antônio Breschigliari, entre outros.
Com informações da assessoria de comunicação.