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Quarta-Feira, 10 de Junho de 2020, 12h:01
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Puxando a deflação de maio veio a queda dos combustíveis

Artigos de residência, educação e comunicação tiveram leve inflação

Juliana Brum
Capital News

A maior deflação (queda de preços) de 0,38% em maio deste ano registrada nos últimos 22 anos divulgada pelo IBGE, nesta quarta-feira (10), mostra que um dos setores afetados foi o dos combustíveis pelo comportamento da gasolina, cujos preços recuaram 4,35%.

Deurico/Capital News

Foto ilustrativa de gasolina, Etanol, alcool, Diesel, combustíveis

O setor mais afetado

Segundo Agência Brasil os combustíveis, de uma forma geral, apresentaram deflação de 4,56%, com quedas também no etanol (-5,96%) e no óleo diesel (-6,44%). Os dados foram divulgados hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

Os transportes, como um todo, tiveram deflação de 1,90% em maio. Além dos combustíveis, houve influência das passagens aéreas (-27,14%). Outros grupos de despesas com queda de preços foram habitação (-0,25%), vestuário (-0,58%), saúde e cuidados pessoais (-0,10%) e despesas pessoais (-0,04%).

 

Por outro lado, os alimentos evitaram uma queda maior dos preços, já que apresentaram uma inflação de 0,24% no mês, puxada por itens como cebola (30,08%), batata-inglesa (16,39%) e feijão carioca (8,66%). Apesar disso, itens como a cenoura e as frutas tiveram queda de preços, de 14,95% e 2,10%, respectivamente.

 

Segundo IBGE, outros grupos com inflação em maio foram artigos de residência (0,58%), educação (0,02%) e comunicação (0,24%).

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