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Deputado do PSL alega ‘falha’ ao assinar PL que proíbe contraceptivos

Ele se pronunciou novamente sobre o assunto, desta vez em vídeo

Caroline Carvalho
Capital News

Reprodução

Ele se pronunciou novamente sobre o assunto, desta vez em vídeo

Em vídeo, parlamentar reclamou dos ataques. "Como que alguém pode ir para a guilhotina por defender a vida?"

Em vídeo publicado nesta sexta-feira (8), o deputado federal Márcio Labre (PSL-RJ) disse que uma “falha” em seu gabinete fez com que fosse protocolado um projeto de lei que visava proibir métodos contraceptivos como o Dispositivo Intrauterino (DIU) e a pílula do dia seguinte, tanto para uso na rede pública como o comércio e publicidade dos medicamentos. 

 

Labre alegou que a versão que falava na proibição “não era o texto que era para ter sido protocolado”, mas que acabou sendo assinado por engano, junto com outros cinco que ele apresentou na Câmara logo no primeiro dia de mandato. Esse é o segundo pronunciamento que o deputado dá sobre o assunto, já que já havia se retratado com uma nota oficial na noite da última quarta-feira (6). 

 

O texto, que o congressista do PSL diz já ter pedido para retirar do sistema, fala expressamente em proibir os contraceptivos, além de prever punições (multa e impossibilidade de fechar contratos públicos) para quem os comprar. O parlamentar justificou que a intenção da sua equipe era apenas “colocar em debate, futuramente, a pílula do dia seguinte, que alguns estudos vêm alegando aí que é um abortivo".

 

No vídeo, Labre reclama ainda de ter sido “atacado” na internet por ‘feminazis’ e “também por setores conservadores”, devido ao texto que chegou inclusive a ser protocolado. "Como que alguém pode ir para a guilhotina por defender a vida?", questionou.

 

*Com informações do Congresso Em Foco

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