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Em janeiro todo o Brasil deve receber a vacina contra o covid 19

A distribuição das vacinas deve levar em torno de cinco dias

Laryssa Maier
Capital News

Divulgação/Portal do MS

SES está preparada para imunizar população tão logo Ministério da Saúde envie vacinas

 

De acordo com o ministro Eduardo Pazuello, se até este domingo (17), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovar as vacinas, serão distribuídas oito milhões de doses ainda em janeiro. Nesta conta estão sendo somadas as seis milhões de doses da CoronaVac, produzidas pelo Instituto Butantan para uso emergencial e mais duas milhões de doses da AstraZeneca, que chegam ao Brasil neste final de semana.

 

O Brasil deve começar a vacinar parte da população contra a doença. A partir da próxima quarta-feira (20), os municípios devem proteger as pessoas com maior risco de desenvolver as reações graves do novo coronavírus. A informação saiu de uma audiência realizada pelo Ministério da Saúde em conjunto com a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e mais de 130 governantes das maiores cidades do País.

 

O imunizante foi adquirido pelo Ministério da Saúde junto ao laboratório indiano Serum Institute para garantir o início da vacinação dos brasileiros. A aeronave que foi buscar as vacinas é a maior da frota e está equipada com contêineres especiais para assegurar o controle de temperatura desses imunizantes.

 

A distribuição das vacinas deve levar em torno de cinco dias, por meio do Programa Nacional de Imunização (PNI), e será feita igualmente para todo o Brasil. O presidente da FNP, Jonas Donizette, esteve na reunião e detalhou como vai ser o processo de distribuição e vacinação pelo País.

 

Apesar de não existir um estudo a esse respeito, o médico epidemiologista do Hospital das Forças Armadas de Brasília, Hemerson Luz, destaca que é um risco para a saúde pois não se conhecem os efeitos colaterais dessa mistura.

 

“Usar imunizantes diferentes na mesma pessoa nós não sabemos se pode causar efeitos adversos piores. Por isso que o planejamento foi feito em cima da utilização da mesma vacina para a mesma pessoa nas duas doses. O paciente não poderá escolher qual imunizante, caso tenha mais de um no local. A princípio não”, afirmou o médico.

 

Ainda de acordo com o profissional, a população tem direito a escolher em qual unidade de saúde prefere receber a vacina, dentre as opções disponíveis da região onde vive ou se pretende ser vacinada. De acordo com o Plano Nacional de Imunização do governo, as pessoas com prioridade na campanha de vacinação são trabalhadores da área de Saúde; idosos (acima de 60 anos); indígenas; pessoas com comorbidades; professores (do nível básico ao superior); profissionais das forças de segurança e salvamento; funcionários do sistema prisional; comunidades tradicionais ribeirinhas; quilombolas; trabalhadores do transporte coletivo; pessoas em situação de rua e população privada de liberdade.

 

 

 

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