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Fux suspende ações em que Bolsonaro é réu no STF

Ele respondia por injúria e apologia ao estupro, por situação com Maria do Rosário

Caroline Carvalho
Capital News

Marcelo Camargo/Agência Brasil - Isac Nóbrega/PR

Fux suspende ações em que Bolsonaro é réu no STF

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, e o presidente Jair Bolsonaro

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu duas ações penais que tramitavam na Corte contra o presidente Jair Bolsonaro. Ele respondia por apologia ao estupro e injúria. A decisão é desta segunda-feira (11).  A decisão está relacionada ao entendimento do ministro de que, como Presidente da República, Bolsonaro goza de “imunidade formal temporária” para casos que não digam respeito ao mandato.

 

As duas ações se referem ao episódio, ocorrido em dezembro 2014, em que Bolsonaro disse à deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) que não a estuprava porque ela “não merece”. No dia seguinte, o presidente, à época deputado, reafirmou as declarações em entrevista ao jornal Zero Hora, e disse que a petista “é muito feia, não faz meu tipo, jamais a estupraria".  A denúncia, protocolada pela Procuradoria Geral da República, foi aceita pela primeira turma do STF em 2016. 

 

Na decisão, o ministro disse ser fato público que Bolsonaro assumiu a Presidência da República no dia 1º de janeiro de 2019, sendo aplicável a ele as normas da Constituição que determinam imunidade temporária aos chefes de Estado e Governo. 

 

"Tendo em vista a sistemática constitucional, deve-se concluir que, havendo processo instaurado contra o Presidente da República, anteriormente à assunção do mandato presidencial, a superveniente posse no cargo é causa de suspensão dos processos em andamento", afirmou o ministro.

 

1 COMENTÁRIO:

O início do affaire da petista Maria do Ossário Nunes e Jair Messias Bolsonaro se dá quando dona Ossário interrompe entrevista do colega deputado Jair Bolsonaro à Rede TV acusando, aos berros, ser Bolsonaro um estuprador. Bolsonaro falava do crime de tortura e assassinato do jovem Felipe Silva Caffé (19 anos) e da menor Liana Bei Friedenbach (16 anos), que após ser estruprada vários dias foi brutalmente assassinada (degola e esfarelamento do crânio) por quatro homens, sob a liderança do adolescente Champinha. Partícipe do crime foi condenado a 124 anos de prisão. Mas o líder Champinha, após seis meses na Fundação Casa, deveria ser liberado, pois a dona Maria do Ossário Nunes (PT/RS) entendia ser ele “uma pobre vítima da sociedade". O Caso Liana Friedenbach e Felipe Caffé foi um crime ocorrido na zona rural de Embu-Guaçu, na Grande São Paulo, entre 1 e 5 de novembro de 2003. Paulo Vendelino Kons, de Brusque/SC
enviado por: Paulo Vendelino Kons em 13/02/2019 às 08:54:02
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