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País jamais deveria quebrar patente de medicamentos

Ministro defende ainda transparência no valor cobrado em medicamentos

Flavia Andrade
Capital News

José Cruz/Agência Brasil

País jamais deveria quebrar patente de medicamentos

Ministro defende ainda transparência no valor cobrado em medicamentos

 

Nesta quinta-feira (04), o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, falou durante a abertura do Seminário Interfama - Inovação Tecnológica na Saúde e o Valor para o Paciente, em Brasília, onde destacou que, o país jamais deveria quebrar patentes de medicamentos, considerando o fato de que isso prejudica o tempo gasto pela iniciativa privada com pesquisas e pesquisadores. Ministro destaca ainda a Convenção de Genebra, defendendo a transparência no cálculo dos preços cobrados por medicamentos.

 

Ainda conforme Mandetta, “O Ministério da Saúde tem grande expectativa em relação ao setor. O século 21 será maravilhoso para se viver. Cada um de vocês pode estar na iminência de anunciar mais um passo; mais um avanço. Após decifrarmos o genoma e colocarmos esse quebra-cabeça à disposição da ciência e da indústria farmacêutica, sabíamos de antemão que teríamos o século de inovações na área genética”, pontua.

 

Mandetta defendeu ainda a criação do Instituto Brasileiro de Genética, o aumento do número de geneticistas e dos estudos sobre o assunto no país. “Não podemos ficar com a dependência tecnológica tão perigosamente elevada”, diz.

 

Com isso, o ministro enfatiza que a quebra de patentes de medicamentos pode prejudicar os investimentos no setor. “Não é bom ameaçar quebras de patente. O país jamais deveria fazer isso. Temos de zelar pela inventividade e pelo tempo gasto no balcão de pesquisa e no balcão dos nossos pesquisadores. Sei que cada um de vocês gasta hoje algumas centenas de milhares de dólares para fazer seus sistemas de compliance [para estar em conformidade com leis e regulamentos], e que essa palavra passou a ser obrigatória nas empresas”, conclui.

 

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