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Paulo Guedes garante não haver reajuste salarial caso Auxilio Emergencial seja aprovado

Servidores Públicos terão salários congelados

Flavia Andrade
Capital News

Agência Brasil

Paulo Guedes pede contribuição de servidores públicos para superar crise

Servidores Públicos terão salários congelados

 

Nesta terça-feira (26), o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a estratégia da área econômica é levar adiante a vacinação em massa da população brasileira e aguardar a queda da taxa de mortalidade da Covid-19 e o retorno de um nível mais forte da atividade econômica, de modo que não seja preciso renovar o auxílio emergencial.

 

Conforme Guedes, "Não pode ficar gritando guerra toda hora. Tem de ter muito cuidado", declarou.

 

Ainda conforme o ministro da Economia, "Quer criar o auxilio emergencial de novo, tem de ter muito cuidado. Pensa bastante, pois, se fizer isso, não pode ter aumento automático de verbas para educação, para segurança pública, pois a prioridade passou a ser absoluta, é uma guerra. Aqui é a mesma coisa, se apertar o botão ali, vai ter de travar o resto todo do orçamento. Então vamos observar a economia, a saúde, os dois andam juntos, e esperar pelo melhor".

 

Com relação às medidas para cortar gastos em caso de renovação do auxílio, Paulo Guedes enfatiza que os servidores públicos continuem sem reajuste e que não haja aumento automático de verbas para educação e segurança pública. "A classe política tem de assumir a responsabilidade pelos orçamentos. Se ela apertar o botão vermelho, de emergência, não é só pegar o dinheiro e sair correndo. Tem de fazer todo o protocolo de sacrifício por anos. Se você está em guerra, não tem distribuição de medalha antes da guerra acabar, ou seja, não pode ter aumento de salário enquanto não passar um, dois anos depois da guerra. Tem de pagar o custo da guerra, não pode empurrar isso para as futuras gerações", conclui.

 

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