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Opinião
Domingo, 24 de Janeiro de 2021, 13h:15
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Até quando seremos roubados?

Por Wilson Aquino*

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Deus, na sua infinita bondade e sabedoria, nos manda orar “pelos reis, e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade” (I Timóteo 2:2). Como a maioria do povo brasileiro é de cidadãos honestos, trabalhadores e Cristãos, precisamos ser mais obedientes ao Senhor e orar (mais) sim por nossas autoridades, para que tenhamos um país melhor, com mais qualidade de vida para as famílias.

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Wilson Aquino - Artigo

Wilson Aquino

 

Entretanto, isso não significa que não devemos nos indignar com as coisas erradas e absurdas vindas de algumas dessas autoridades que subestimam a paciência e a capacidade do povo de levantar e questionar assuntos como:

- Até quando seremos enganados por políticos inescrupulosos eleitos pelo povo, mas que trabalham contra o povo?

- Até quando seremos roubados por um Governo (Municipal, Estadual e Federal) que nos cobram as maiores cargas tributárias do mundo e nos entregam um serviço péssimo com ruas e avenidas esburacadas e unidades de saúde e hospitais miseráveis, sem médicos, medicamentos equipamentos e sem a menor infraestrutura?

- Até quando seremos roubados no direito de nós e de nossos filhos  terem de fato um ensino de qualidade, facilitado, farto e gratuito até à faculdade?  

- Até quando teremos que esperar  que a Educação seja de fato uma prioridade nacional onde todos,  jovens e adultos, sejam incentivados e estimulados a conquistar um ou mais diplomas universitários?

- Até quando seremos roubados em casa e nas ruas pela falta de investimentos adequados na segurança pública?

- Até quando seremos roubados no direito Constitucional de termos um Judiciário justo e honesto em todas as instâncias e principalmente na corte maior do País, o Supremo Tribunal Federal – STF, onde medidas e ações são constantemente tomadas por interesses políticos e pessoais?

- Até quando ministros como Gilmar Mendes, Lewandowski e Dias Toffoli continuarão a afrontar a Constituição Federal e o povo brasileiro com suas absurdas decisões?

- Até quando teremos aumentos vultuosos de tarifas públicas, como do  transporte coletivo de Campo Grande, que subiu recentemente para R$ 4,20 sem nenhuma reação dos nobres parlamentares da Câmara de Vereadores e nenhum escrúpulo da Prefeitura Municipal, responsável pelo reajuste e que age como se interessante fosse  sustentar o título de Capital com a maior tarifa de transporte coletivo do país?

- Até quando nossos bairros e vilas continuarão sem a menor infraestrutura para práticas esportivas e de lazer das famílias, para que tenham qualidade de vida, especialmente os jovens, que precisam se ocupar com boas e saudáveis atividades, para não se delinquirem?

- Até quando praças públicas, especialmente na periferia de Campo Grande, continuarão abandonadas pelo poder público?

- Até quando teremos que aguardar que políticos e autoridades condenadas pela justiça em primeira e/ou segunda instância sejam confinados na cadeia como criminosos que são?

- Até quando seremos um país mero exportador de matéria-prima?

- Até quando teremos que pagar as “intocáveis” mordomias e privilégios de vereadores, prefeitos, governadores, deputados estaduais, federais, senadores, ministros, procuradores, desembargadores... que além de receberem salários acima de 20, 30, 50, 70... salários mínimos, contam ainda com verdadeiros “exércitos” de assessores. Tudo isso e muito mais,  sem contar com os vergonhosos e absurdos auxílios, que vão de paletós, moradia, passagens aéreas, planos de saúde familiar vitalício e sem limites de cobertura?

- Até quando o indivíduo se iludirá achando que seus crimes acobertados aqui, impunes pela lei dos homens por conta de conchavos políticos, não serão cobrados e punidos pela Lei Divina?

- Até quando o homem se iludirá achando que poderá alcançar a felicidade plena e a verdadeira prosperidade se não alicerçar seus atos e ações nos mandamentos e ensinamentos de Deus?

- Até quando?

 

 

*Wilson Aquino
Jornalista e Professor

 

 

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