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Quarta-Feira, 11 de Maio de 2022, 16h:52
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ALEMS faz intermediação entre ciência e produtor para agronegócio

Novas formas de produção agropecuária para Porto Murtinho foram discutidas

Enoque Trefzger
Capital News

Divulgação/ ALEMS

 ALEMS faz intermediação entre ciência e produtor para agronegócio

Presidente recebeu pesquisadores da UFMS e grupo de trabalho estudará culturas que podem ser introduzidas em Porto Murtinho

Reunião entre produtores rurais, sindicato rural e pesquisadores para que possa ser dado início a introdução de novas formas de produção agropecuária na região de Porto Murtinho aconteceu nesta semana na ALEMS (Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul).

 

"Uma reunião importante para alinharmos esforços para a diversificação da economia de toda a região de Porto Murtinho. Nosso apoio institucional se somará ao das entidades, pesquisadores e produtores. Estamos juntos", disse o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), deputado Paulo Corrêa (PSDB), quem os recebeu na Sala da Presidência.

 

 Reitor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Marcelo Turini, detalha a iniciativa. “Com a pandemia, mostramos a potencialidade da ciência para o desenvolvimento da saúde e da parte econômica. Essa reunião hoje foi realizada para juntos construirmos um projeto inovador, levantar as potencialidades, oportunidades de culturas a serem introduzidas no território de Porto Murtinho. Temos qualidade de solo, de clima e vamos mostrar aos produtores qual é a cultura que tem mais potencialidade e menos risco para produção. O Legislativo entra com a articulação entre Governo, universidade, Fundect, Sebrae, para, em pouco tempo, possamos introduzir isso junto ao projeto da Rota Bioceânica”, explicou o reitor

 

Para desenvolver as ações, o Projeto Campo Escola da UFMS vai atuar em conjunto com os produtores. O coordenador do projeto, professor da Ciências Agrárias, Ricardo Gava, do campus Chapadão do Sul, destacou que, com informação, é possível melhorar a região como um todo.

 

“Poder mostrar ao produtor que ele tem outras alternativas que melhoram o retorno econômico e ajuda toda comunidade, não só para o produtor, vai ser nosso trabalho. Vamos iniciar conversas com produtores, que eles mesmos já relatam o interesse em diversificar. Nosso papel de professor e pesquisador é levar os estudantes a campo para mostrar os resultados de perto de tudo que pode ser viável. Pensando desde a melhoria do solo até a melhoria social da região. Uma visita técnica para conhecer a realidade in loco e dar início ao projeto já vai ser agendada”, garantiu o professor.

 

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