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Quinta-Feira, 04 de Março de 2021, 18h:46
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“Aprovação da PEC Emergencial também vai salvar vidas” diz Senadora

“Também podem aquecer o comércio”, declarou Soraya Thronicke

Laryssa Maier
Capital News

Divulgação/Assessoria

Senadora

Senadora Soraya

A senadora Soraya Thronicke (PSL/MS) considera que a aprovação pelo Senado, em 2º turno, da PEC Emergencial, que prevê medidas de ajuste fiscal e mecanismos para garantir a retomada do pagamento do auxílio emergencial, também vai salvar vidas. “Estamos salvando vidas e a aprovação dessa PEC demonstra nosso empenho com a manutenção de uma renda mínima para as famílias em vulnerabilidade e que também podem aquecer o comércio”, declarou.

 

Para a parlamentar sul-mato-grossense, as pessoas precisam comer e são mais de 46 milhões de desempregados e trabalhadores informais que precisam e serão beneficiados. “O gasto do Governo Federal com o auxílio será de quase R$ 36 bilhões, então temos que reconhecer todo o esforço que está sendo feito pela União e pelo Congresso Nacional para retomar o auxílio. É importante ressaltar que o pagamento já pode começar ainda neste mês, aguardando análise da Câmara dos Deputados que será bem rápida, pois vai direto a plenário sem passar pelas comissões”, reforçou.

 

De acordo com a assessoria, o Governo pretende iniciar o pagamento do auxílio emergencial no próximo dia 18 de março para os que recebem o Bolsa Família. Os demais trabalhadores devem começar a receber o benefício no fim do mês. Serão, ao todo, quatro parcelas, pagas de março a junho. O valor do auxílio, definido pelo governo, será de R$ 250, mas mulheres com filhos terão direito a uma cota maior, de R$ 375. Famílias compostas apenas por uma pessoa, por sua vez, receberão R$ 150.

 

O Governo definiu que as quatro parcelas do auxílio emergencial serão pagas a apenas um membro da família. Ao todo, 46 milhões de desempregados e trabalhadores informais deverão receber o benefício. O gasto foi estimado pela equipe econômica entre R$ 35 bilhões e R$ 36 bilhões. O texto aprovado no Senado foi o parecer do relator da PEC, Marcio Bittar (MDB-AC). Para que o pagamento do auxílio emergencial não comprometa o teto de gastos, o senador definiu um limite máximo de R$ 44 bilhões para o montante de despesas que poderão ser excepcionalizadas das regras fiscais.

 

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